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30/07 - 10:13

De adolescente nerd a noiva do ano nos Estados Unidos: a trajetória de Chelsea Clinton

 


É o assunto do momento nos Estados Unidos: no próximo sábado, dia 31, Chelsea Clinton, filha única da Secretária de Estado americana Hillary Clinton e do ex-presidente Bill Clinton, sobe ao altar com Marc Mezvinsky na cidade de Rihnebeck, a duas horas de Nova York.

 

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Depois de cinco anos de namoro e três vivendo sob o mesmo teto em Manhattan, onde ambos trabalham – ela como consultora financeira e ele na Goldman Sachs, banco de investimentos –, Chelsea e Marc dizem sim em uma cerimônia avaliada em mais de R$ 8 milhões, que conta com Oprah Winfrey, Barbra Streisand e Steven Spielberg na lista de 400 convidados.

 

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Brainpix/Getty Images

Chelsea, com uma semana de vida, em 1980, no colo dos pais, Bill e Hillary Clinton; Aos 6 anos, fazendo pose com a mãe, em casa, na época em que o pai era governador do Arkansas; Aos 11 anos, na campanha do pai para presidência dos EUA e em seu primeiro Natal na Casa Branca, aos 13 anos

 

 

NA VITRINE DO MUNDO

Já são 17 anos sob os holofotes desde que, em 1993, Clinton assumiu a presidência dos EUA e  carregou a filha, então com 12 anos, com ele para a Casa Branca. Com seu jeitinho nerd, sorriso tímido e aparelho nos dentes, Chelsea logo foi apontada pela mídia como uma garota-prodígio, com notas excelentes na escola e dotada de talentos intelectuais - uma espécie de compensação para a aparente falta de charme e um certo estilo "Betty, a Feia" de ser.

 

 

Brainpix/Getty Images
Chelsea aos 13 e aos 30 anos: a garota bonachona de aparelho nos dentes virou consultora financeira em Wall Street

 

 

DE VEGETARIANA E BAILARINA A BAD GIRL

Ainda na infância ela se tornou vegetariana e sempre levantou a bandeira dos direitos dos animais. Outra paixão dos tempos de menina é o balé. Ao longo da década de 90 Chelsea se aprofundou nos estudos, que começaram aos quatro anos, e chegou a atuar na montagem de 1996 do Washington Ballet, no clássico "O Quebra-Nozes", de Tchaikovsky, onde interpretou a Fada dos Doces.

 

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Muitos pensaram que ela seguiria carreira no mundo da dança, mas, em 1999, Chelsea começou a demonstrar suas habilidades administrativas e políticas: quando Hillary se viu ocupada com a campanha para o Senado, a filha assumiu algumas funções da mãe na Casa Branca.

 

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Getty Images
Bailarina desde os quatro anos, na foto Chelsea aparece em ensaio do Washington Ballet, onde fez sua última apresentação antes de ir para a faculdade de Stanford, na Califórnia, em 1998 

 

 

Já na fase universitária, começou a estudar química, manifestando interesse por medicina, mas, dois anos mais tarde, trocou de curso: tornou-se estudante de História e Finanças na universidade de Stanford, em Palo Alto, uma das mais conceituadas da Califórnia. Depois de formada, em 2002, Chelsea fez mestrado em Relações Internacionais, na Universidade de Oxford, no Reino Unido.

 

Na contra-mão da vida acadêmica, deu uma entrevista para a revista “Vanity Fair” sem a permissão dos pais. Fez uma declaração polêmica: “I’m a bad girl”, e começou a frequentar eventos ao lado de Courtney Love, Madonna, Donatella Versace e Gwyneth Paltrow.

 

Reprodução
Em 2002, na abertura de uma mostra da Versace com Donatella, Madonna e a pequena Lourdes Maria: começava o processo de transformação de Chelsea, que passou a alisar os cabelos

 

 

A TRASNFORMAÇÃO

De volta a Nova York, adotou de vez o cabelo liso – sugestão de Donatella, que também montou um guarda-roupa novo para ela -, se matriculou em uma academia – ainda malha de cinco a seis vezes por semana – e contradisse o que declarou na entrevista.

 

Em 2003 iniciou sua trajetória, foi contratada pela empresa nova-iorquina de consultoria McKinsey & Company, com salário de US$ 10 mil. E, desde 2006, trabalha como consultora financeira no Capital Group.

 

 

Repordução/Getty Images
Chelsea com os pais em sua formatura do colegial, de cheerleader, torcendo pelo time de basquete de Stanford, e na formatura da faculdade

 

 

NOS BASTIDORES DA POLÍTICA

A essa altura, a imagem de Chelsea na mídia já havia mudado. Ela não era mais a menina desajeitada e bonachona dos anos 90: havia se tornado uma executiva ágil e workaholic. E, inclusive, trabalhando nas campanhas políticas da mãe, hoje Secretária de Estado no governo Barack Obama. Chelsea passou o ano de 2008 fazendo palestras em escolas para angariar votos para a possível candidatura de Hillary à presidência dos EUA.

 

Chelsea foi, desde sempre, a “primeira-filha” perfeita, sem se envolver em escândalos e disposta a dar sorrisos para as câmeras. Em seu casamento, porém, nada de política: exigiu dos pais que deveria conhecer pessoalmente cada um dos convidados. A medida, inclusive, causou desconforto entre muitos doadores das campanhas dos Clinton...

 

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Getty Images
A primeira-filha: Chelsea sempre apoiou as campanhas de Hillary e Bill. Na primeira foto, em 1993, comemora a vitória do pai nas eleições para presidente e, na foto abaixo, em 2008, tenta emplacar a candidatura da mãe no partido democrata




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