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05/08 - 08:00

As garotas da capa: do sucesso para a nudez na "Playboy"

Gustavo Abreu, iG São Paulo


Para atingir o status de top, as modelos internacionais têm de estampar a capa da “Vogue” America. No Brasil, estar na capa da “Playboy” já foi sinônimo de ser a mulher mais desejada do momento no país mas com a invasão das ex-BBBs e companhia, a realidade mudou. A capa de Cleo Pires, a coelhinha dos 35 anos da publicação, quem sabe, pode ser um resgate dos tempos de glória da “Playboy”. Fazia tempo que uma edição não causava tanta expectativa e barulho – ou ganhava status tão glamuroso.

 

ESPECIAL: Cleo Pires pode mudar o rumo da "Playboy"

 

Divulgação

 

De qualquer forma, ter uma celebridade do time ‘A’ na capa pode custar horas de negociação, cachês astronômicos e muitas exigências de bastidores. A negociação com Cleo, por exemplo, começou há um ano, diz o diretor da revista, Edson Aran. Além disso, o cachê da atriz pode chegar a R$ 1 milhão.

 

Veja também: Todas as capas da "Playboy"

 

Conheça os bastidores dos ensaios – e das negociações – de cinco estrelas poderosas que tiraram a roupa para “Playboy” no passado...

 

 

Sabrina Sato

 

A hoje apresentadora do Pânico saiu direto do confinamento do “Big Brother Brasil 3” para as páginas da “Playboy”. Ela foi capa em maio de 2003, tendo embolsado algo em torno de R$ 500 mil com a participação nas vendas. Pelo que corre nos bastidores da publicação, as curvas da mestiça de Penápolis são tão perfeitas, que quase não foi preciso usar Photoshop nas fotos.

 

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Bem humorada e sem se levar a sério, Sabrina também animou os bastidores das sessões. “Ela foi extremamente divertida, dava risada e contava histórias entre uma foto e outra, inclusive tirando sarro do próprio corpo”, diz a produtora das fotos, Ariane Carneiro.

 

Em seu contrato, Sabrina teve uma cláusula diferente das outras coelhinhas: proibiu que as fotos fossem reproduzidas em outros especiais da revista. E, no segundo ensaio, em dezembro de 2004, foi ainda mais exigente: “Claro que negociei melhor o cachê e ganhei muito mais dinheiro”, contou. Se ela faria um terceiro ensaio por R$ 1 milhão? “Já até me ofereceram, viu, mas eu não quis não”, garante.

 

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Deborah Secco

 

Quando Deborah Secco posou pela primeira vez nas páginas da “Playboy”, em agosto de 1999, ela tinha apenas 19 anos e exibia um corpo esguio, com poucas curvas. O ensaio foi clicado em Los Angeles, e, apesar da pouca idade, a atriz fez as fotos “bem à vontade e sem muitos pudores”, diz Ariane - tudo em clima bem “Lolita”.

 

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Especula-se que o primeiro cachê da atriz ficou em torno de R$ 500 mil (mais participação nas vendas), e as revistas voaram das bancas: foram vendidos cerca de 800 mil exemplares, número possível na época, quando a internet ainda engatinhava.

 

Para o segundo ensaio, de 2002, Deborah posou nua – e já com o implante de silicone nos seios - na suíte 201 do Hotel Emiliano, em São Paulo, cuja diária custava cerca de R$ 1.200. Em cena, a atriz brincava com um vestido assinado por Lino Villaventura e, desta vez, com silhueta bem mais robusta. Meses antes de fazer as fotos, Deborah fez um regime rigoroso e perdeu onze quilos, adquiridos por conta de uma disfunção hormonal. Procurada pela reportagem, a assessoria de Deborah disse que “ela não fala sobre “Playboy”...

 

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Danielle Winits

 

Assim como Cleo Pires, Danielle Winits também foi capa de aniversário da “Playboy”. Tirou a roupa em 1998, quando a publicação completava 23 anos. A atriz, na época com 25 anos, interpretava a Alicinha de “Corpo Dourado” e tinha acabado de terminar seu namoro de três anos com Selton Mello.

 

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Este primeiro ensaio foi feito em um hotel de Las Vegas e a atriz garante que o encarou como qualquer outro trabalho: “Tinha muita vontade, é um ensaio que vou guardar para sempre”, disse. Se o dinheiro ou a vaidade pesaram, ela nega: “Nem um, nem outro, fiz apenas porque quis”. Na época, Danielle exibia uma silhueta com menos curvas, mas no set esteve “extremamente segura de sua beleza e corpo”, conta Ariane.

 

Danielle voltou à capa da Playboy em 2003, quando era uma das protagonistas da novela “Kubanakan”, a sensual Marisol. Desta vez, o ensaio foi feito em uma casa no Guarujá, litoral paulista. Se faria o terceiro ensaio? Danielle, reticente, interroga: “Quem sabe?”.

 

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Juliana Paes

 

Assim como sua personagem na novela “Celebridade”, a manicure Jaqueline Joy, em 2004 Juliana Paes ainda batalhava por um lugar nos holofotes. Depois de dezenas de propostas, no mesmo ano finalmente disse “sim” à “Playboy” e tirou a roupa por um cachê estimado em R$ 600 mil.

 

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Em entrevista na época, a atriz chegou a afirmar que, antes de fazer o ensaio, tinha vontade de se estabelecer como atriz: "Apesar das recusas, nunca fui hipócrita de dizer que jamais faria. Quando fiz a minha primeira novela, não aceitei porque meu objetivo primordial era ter uma trajetória, e não usufruir dos benefícios que a televisão proporciona”, justificou.

 

Nos bastidores, Juliana não teve vergonha na hora de tirar a roupa. Segundo Ariane, responsável pela produção do ensaio, Juliana “estava super bem humorada e extremamente concentrada durante as fotos, não deu trabalho nenhum”.

 

Naquele mês, a atriz estava apenas no começo do namoro com Carlos Eduardo Baptista, futuro marido e pai de seu primeiro filho, que aprovou o resultado. Os cliques foram assinados por JR Duran, e feitos em uma casa na Barra do Sahy, Litoral Norte de São Paulo. Dois anos depois Juliana faturou o papel principal da novela “Pé na Jaca”, da faixa das 19h, e hoje é uma das maiores estrelas da Globo.

 

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Grazi Massafera

 

Em 2005, Grazielli Massafera ficou com o segundo lugar da 5ª edição do Big Brother Brasil, mas, ao contrário de outras bonitonas do reality show, esperou cinco longos meses para assinar com a revista. Tímida, com sotaque caipira acentuado, a loira acabou negociando a edição comemorativa dos 30 anos da “Playboy” brasileira. O cachê foi substancialmente mais polpudo: segundo apuração da reportagem, a ex-BBB levou cerca de R$ 700 mil, com direito a participação nas vendas.

 

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A publicação chegou às bancas com tiragem de 700 mil exemplares. Para o ensaio, Grazi temia denegrir seu futuro profissional e exigiu que fizesse poses menos ousadas e usasse roupa na capa – não queria desagradar o pai. Sua edição foi a mais vendida dos últimos cinco anos e ela logo foi alçada à categoria de estrela maior da Globo.

 

“Fico lisonjeada de saber que a minha revista foi a mais vendida, mas não posaria de novo. Hoje os meus sonhos são outros. A Cleo Pires nunca posou, eu já. Tenho certeza de que o ensaio dela vai ser lindo”, disse a atriz.

 

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