Letícia Dornelles
Reprodução/Instagram
Letícia Dornelles


Letícia Dornelles, que atualmente preside a Fundação Casa de Rui Barbosa, uma das instituições culturais mais importantes do país, onde estão os acervos dos poetas Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira e Vinícius de Moraes, e parte dos escritos de Clarice Lispector, está isolada por ter ajudado alguém contaminado pela nova variante do coronavírus e conversar com outros em situação semelhante.

"Estou sem sintomas. Fiz ciclo vacinal. Mas tenho pais idosos e filho de 11. Não vou expor. Pela primeira vez, estou em home office. É estranho. Mas não posso permitir o surto de Covid na FCRB", manifestou-se a  novelista por meio do microblog.


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Nesta quinta (13), um dia após a publicação dos primeiros relatos,  ela atualizou, com riqueza de detalhes, a sua página na rede social, falando que, durante a noite, seu filho teve dor de barriga e sentiu muito frio, frisando: "Passei em claro com Patrick. Dei Novalgina. Vou tentar agendar um teste. Está difícil. Está dormindo agora. Depois do banho, a febre baixou. Mas vomitou. Ansioso".

Dornelles  também descreveu a conversa que teve com o seu médico, Flávio Sá Ribeiro, que lida com a doença desde o início. "Ele disse para eu me preocupar com a Influenza. Ômicron não está batendo forte em quem se cuida". Por fim, concluiu: "Sou vacinada, me cuido e cuido de quem convivo. Infelizmente, alguns não se cuidam e espalham vírus indiretamente até para crianças".



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