Lobão no
Reprodução GNT - 3.12.2024
Lobão no "Conversa com Bial"

Conhecido pelas polêmicas que protagonizou ao decorrer da carreira no rock nacional, o  cantor Lobão, de 67 anos, surpreendeu o público na última terça-feira (3), quando participou do programa "Conversa com Bial", exibido no GNT, canal privado do Grupo Globo.


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O artista, que por muito tempo carregou a fama de rebelde por ter sido preso e também por já ter admitido o uso de drogas ilícitas, atribui parte dos rótulos negativos pelo gênero musical ao qual se dedicou, o rock. Ele ainda relembrou as opiniões que  Cazuza tinha sobre ele. 


"Cazuza sempre me defendia: 'Lobão é um bom garoto, muito educado' e, sem saber, eu também falava isso dele. Vestimos uma carapuça, porque o rock implica isso. Éramos filhinhos da mamãe, mimados", explicou o musicista durante a atração apresentada por Pedro Bial.


Outra polêmica da qual Lobão foi alvo dizia respeito aos boatos de que ele teria rejeitado a versão de "Me Chama", feita por João Gilberto. O artista, na verdade, contou que ficou "orgulhoso" e honrado.

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"Fiquei muito orgulhoso. Foi uma grande honra. O negócio é que ele me telefonava de madrugada e mostrava [alterações na adaptação]. Nem eu mesmo sei o que significa. Acho que fiz um certo charme, porque todo mundo endeusava o João", lembrou ele.


Ele ainda opinou sobre a política no país e salientou que não gosta do assunto. "Nunca gostei de política. Quando percebi que se configurava duas torcidas, dois extremos, tive uma epifania: 'Isso é inútil. Tenho muitas coisas para melhorar. Vou contribuir muito mais para a humanidade se for um ser humano melhor, porque basta um esforço", finalizou.

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