iG Gente acompanhou um dia da apresentadora na Record e mostra os bastidores do "Programa da Tarde", que ela apresenta ao lado de Britto Jr. e Ana Hickmann

O encontro com a equipe do iG estava marcado para o meio-dia de uma segunda-feira na sede da Record. A ideia era acompanhar os passos acelerados de Ticiane Pinheiro ao chegar na emissora até o palco do "Programa da Tarde", atração vespertina que apresenta ao vivo com Ana Hickmann e Britto Jr . Antes do programa ir ao ar, ela faz exercícios com uma fonoaudióloga, prepara o cabelo e maquiagem, almoça e ainda consegue tempo para cumprimentar todos os funcionários que cruzam o seu caminho.

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Mas a correria da apresentadora começa bem antes do ponteiro marcar 12 horas. Ticiane pula da cama cedo, às 7h15, porque faz questão de levar a filha Rafaella , de três anos, à escola. Naquele dia, a carona escolar que na verdade é mais um momento de diversão entre mãe e filha do que obrigação, era apenas um de seus compromissos fora da TV. “Estou com cara de cansada, mas é porque acordei cedo, fiz exame de sangue, levei a Rafa na escola, fiz a unha e ajudei a organizar a festinha da minha babá, que faz aniversário hoje”, justifica.

Aos 37 anos de idade, 30 deles sob o holofote, a filha da Garota de Ipanema, Helô Pinheiro , e mulher do empresário e apresentador Roberto Justus sabe que precisa trabalhar duro para “ser a melhor apresentadora de televisão" e honrar a aposta que todos fizeram nela. “Me elogiam muito, mas não quero elogios, quero reconhecimento. Quero fazer coisas que fiquem para a história da TV. Eu não parei nas portas que meu marido e minha mãe abriram para mim. Eu estudei muito, fiz duas faculdades, me especializei para estar aqui”, diz com muita determinação, mas sem perder a doçura.

Assista o vídeo da aula de Ticiane e acompanhe o bate-papo com a apresentadora...

iG: Como está sua vida à frente de um programa ao vivo?
Ticiane Pinheiro:  É cansativo, puxado, mas eu me divirto. O programa começa 14h45, então eu chego aqui meio-dia para a aula de fonoaudiologia, depois vou me maquiar, almoçar e correr para o programa. 

iG: Como concilia as agendas de mãe, dona de casa e apresentadora?
Ticiane Pinheiro: Independente da hora que eu durmo, eu sempre acordo cedo. Sete e quinze já estou de pé para levar a Rafa na escola. Como são 40 minutos da minha casa até lá, o motorista vai dirigindo e eu vou no caminho brincando com ela ou assistindo um filme. Quando eu saio da Record, por volta das cinco e meia, eu encontro ela onde estiver, assim passamos mais tempo juntas.

Ticiane Pinheiro
André Giorgi
Ticiane Pinheiro

iG: Você teve medo de entrar ao vivo? 
Ticiane Pinheiro: Ao vivo é sempre aquele negócio de você ter que pensar duas vezes, o que não é o meu caso, já que geralmente eu não penso antes de falar. Quando eu vejo, já falei. Aprendi a brincar com os meus erros.

iG: Hoje você não é mais só a “filha da Garota de Ipanema”, a “mulher do Roberto Justus” ou “mãe da Rafa”, você já é a Ticiane...
Ticiane Pinheiro: Hoje eu estou onde eu sempre quis. Você chegar a um momento onde as pessoas te reconhecem pelo seu esforço, não tem preço. Claro que eu ainda quero muito, mas eu estou em um momento muito feliz.

iG: Aonde você quer chegar?
Ticiane Pinheiro: Aonde? Realmente não sei. As pessoas me elogiam muito, mas eu não quero elogios, quero reconhecimento. Quero fazer coisas que fiquem para a história da televisão. Eu não parei nas portas que meu marido e minha mãe abriram para mim. Eu estudei muito, fiz duas faculdades, me especializei para estar aqui.

Falo muita besteira, bebo minha cervejinha quando tenho vontade, mas sei o meu limite"

iG: Hoje, aos 37 anos, você comemora 30 anos de carreira artística, qual o balanço que faz de tudo que já passou?
Ticiane Pinheiro: Eu entrei pro meio artístico muito cedo acompanhando minha mãe, quando ela apresentava o programa “Ela”, na Band. Na época, fui convidada para fazer um teste e passei. Depois apresentei o “Balão Mágico”, na Globo, no lugar da Simony , que foi quando eu comecei como apresentadora. Com doze anos, eu saí para fazer a novela “Kananga do Japão”, na extinta TV Manchete, no Rio de Janeiro. Nessa época eu ficava muito na dúvida de qual carreira eu queria seguir. Eu amava atuar, mas não queria abrir mão de apresentar. Fiz faculdade de jornalismo e de cinema, mas eu brincava que não era para fazer filmes, e sim para atuar neles. Eu acho que se você conhece bem os bastidores, você faz melhor o seu trabalho. Da minha carreira, eu sempre fiz tudo que eu sempre quis. Eu comecei aqui, na Record, como atriz, em “Cidadão Brasileiro”, depois fui para o “Simple Life” com a Karina Bacchi , que foi lá onde as pessoas começaram a me reconhecer mais. Depois comecei no “Hoje em Dia” e hoje estou aqui.

Angelica, Ticiane Pinheiro e Rodrigo Faro cantaram juntos da década de 1980
Reprodução/Facebook
Angelica, Ticiane Pinheiro e Rodrigo Faro cantaram juntos da década de 1980

iG: Você tem vontade de voltar a atuar?
Ticiane Pinheiro: Tenho vontade de fazer cinema. Sonho em representar minha mãe em um filme, mas isso é só um desejo, não existe nada com relação ao filme.

iG: Você tem algum exemplo de apresentadora que você admira?
Ticiane Pinheiro: A Hebe Camargo , claro. Meu diretor, o Vildomar Batista , até brinca dizendo que eu tenho um pouco dela por culpa do meu humor, de ser espontânea, de brincar com os erros, o que me deixa muito feliz, porque ela sempre foi o meu exemplo. Outra pessoa que sempre me inspirou na minha carreira, e na vida também, foi minha mãe. Ela sempre foi um ídolo. Eu fiz faculdade de jornalismo porque ela fazia e eu achava o máximo. Eu queria muito ser como ela.

iG: Como é sua relação com a Ana Hickmann e o Britto Jr., existe briga?
Ticiane Pinheiro: Imagina, não existe. A gente sempre se deu muito bem. Os dois são grandes profissionais do “ao vivo”, e eu aprendo muito com eles. Presto muita atenção neles para fazer do jeito que eles fazem. O Britto, ele brinca com o TP (Teleprompter) quando está lendo, é muito natural. Com a Ana eu aprendi a fazer merchandising (propaganda). Eu nunca tinha feito e ela me ensinou o jeito certo. Eles me dão muitas dicas boas. Outra pessoa que já trabalho há muito tempo e a quem devo a minha carreira é o Vildomar. Ele foi o cara que acreditou em mim lá atrás e me deu um espaço no “Hoje em Dia”. Ele teve muita paciência comigo, e até hoje me ajuda muito. Eu tenho ganância de fazer sempre muito bem.

Quando tinha 22 anos, um amigo maquiador me chamava de cafona por não ter uma calça da Diesel, que na época custava R$ 1 mil. Eu achava um absurdo, mas acabei comprando a calça. Foi a primeira vez que eu entrei no vermelho (risos)"

iG: No meio da televisão, o Vildomar tem uma fama de ser muito duro e bravo. Vocês já brigaram?
Ticiane Pinheiro: Ele é mesmo bem rígido. Ele nunca me elogiava e eu sempre cobrava dizendo que ele não pode só brigar. Ele falava que só iria elogiar quando fosse necessário. Ficava triste, mas ao mesmo tempo me cobrava muito para receber um elogio dele. Hoje ele já me elogia, o que me deixa feliz, porque ele é bem exigente.

iG: Que tipo de mudança você toparia fazer por um trabalho?
Ticiane Pinheiro: Eu faria tudo. Eu me lembro que quando eu fazia novelas, a Carolina Dieckmann tinha cortado o cabelo para fazer “Laços de Família” e todo mundo ficava espantado. Se eu fizesse uma novela das oito, eu também ficaria careca. Quando começou essa história de ter três apresentadores no “Programa da Tarde”, eu fui até o Mafran Dutra , presidente do comitê artístico da Record, e falei que eu queria o posto e brinquei que ficaria morena pelo cargo, e ele gostou. Foi de uma brincadeira que eu entrei como morena.

Ticiane Pinheiro, Britto Jr e Ana Hickmann na reunião de pauta do 'Programa da Tarde'
André Giorgi
Ticiane Pinheiro, Britto Jr e Ana Hickmann na reunião de pauta do 'Programa da Tarde'


Na época foi uma coisa muito forte, muito, muito difícil pra mim, mas eu sempre acreditei que Deus sabe das coisas, então não era para ser. Coloquei isso na minha cabeça e foi isso que me fortaleceu", disse Ticiane sobre a perda do primeiro filho

iG: Você é muito crítica com seu corpo?
Ticiane Pinheiro: Eu ligo para saúde: faço ginástica três vezes por semana e drenagem duas. Aproveito também quando estou no meu sítio, no fim de semana, para fazer esteira. Sempre tive a genética muito magrinha, mas agora quero engrossar as pernas, então estou em uma fase de fazer mais musculação. E uso muito a lei da compensação: não deixo de comer o que eu adoro, como batata frita e pão de queijo, mas no dia em que extrapolo, diminuo no jantar. O bom é que eu nunca fui muito fã de doce. Na minha casa não tinha.

iG: Como foi sua criação?
Ticiane Pinheiro: Eu fui criada mais solta. Como eu tinha duas irmãs mais velhas, acabei sendo mais livre. Com a Kiki, mais velha, era sempre mais dificil, com a Jô mais ou menos e comigo liberado. Eu podia dormir na casa das minhas amiguinhas sem problemas, só tinha horário. Meu pai me deixava brincar até dez e meia, diferente de algumas amigas que podiam subir para seus apartamentos à meia noite. Eu adorava brincar de “policia e ladrão”, “esconde-esconde”, e até de “beijo e abraço” com os menininhos. Foi no térreo do meu prédio que eu comecei a namorar os menininhos, tudo até dez e meia (risos). Eu fui morar no Japão com 16 anos, então eu tinha uma liberdade boa. Minha irmã, por exemplo, não podia de jeito nenhum dormir na casa do namorado, então ela dizia que dormia na casa das amigas. Na verdade eu também não podia, mas minha mãe deixava e eu falava para o meu pai que era a casa de uma amiga.

Ticiane Pinheiro e a mãe, sua grande inspiração, Helô Pinheiro
André Giorgi
Ticiane Pinheiro e a mãe, sua grande inspiração, Helô Pinheiro

iG: Como foi o tempo no Japão?
Ticiane Pinheiro: Eu tinha 16 anos quando passei no teste da agência. Cheguei em casa com o contrato na mão para minha mãe assinar. Todas as minhas amigas na época, como a Luana Piovani e a Luciana Curtis , estavam lá, queria muito ir. Com o coração na mão, mas ciente de que era meu sonho, ela deixou. Fiquei dois meses e quando voltei acabei indo mais cinco vezes, sempre nas férias escolares. Era bom porque eu trazia um monte de dinheiro.

iG: Falando em salário, como você é com relação a dinheiro, já que começou a ganhar muito cedo?
Ticiane Pinheiro: Eu não sou muito consumista. Hoje em dia, eu tenho meu salário direitinho, sou casada com um homem bem de vida, então eu posso comprar mais coisas do que antes. Mas, na verdade, eu adoro ganhar presente, porque comprar mesmo, não compro. Eu gasto com os outros. Para não dizer que não gasto, eu sou consumista com bolsa, que nem precisa ser de marca, só precisa ser bolsa. Então, por exemplo, eu já chegava do Japão com um dinheiro separado para ir na Louis Vuitton comprar bolsa para mim, pra minha mãe e irmãs. Era muito feliz fazendo isso. Aqui no Brasil, eu compro muita roupa da minha enteada, a Fabiana Justus , que tem uma grife, a PopUp Store, e da minha irmã, que é vendedora da Daslu, tudo par ajudá-las.

"Adorava brincar de “policia e ladrão”, “esconde-esconde”, e até de “beijo e abraço”. Foi no meu prédio que comecei a namorar os menininhos, mas tudo até dez e meia da noite (risos)"

iG: Qual a maior loucura financeira que você já fez?
Ticiane Pinheiro: Quando eu tinha meus 22 anos, eu tinha um amigo maquiador que me chamava de cafona porque eu não tinha uma calça da Diesel, que na época custava R$ 1 mil. Eu achava um absurdo gastar isso numa calça, sendo que fora do país custava US$ 200. Um belo dia, na inauguração da loja da marca no Brasil, acabei comprando uma calça. Moral da história, no dia seguinte eu queria me matar, porque foi na época em que eu morava no Rio, e apesar de ficar na casa da minha avó, eu ajudava a pagar a conta de água, de luz, condomínio. Meu dinheiro era contadinho e eu me desesperei. Foi a primeira vez que eu entrei no vermelho (risos).

iG: Você ajuda nas contas da sua casa?
Ticiane Pinheiro: De maneira nenhuma. Graças a Deus isso é do Roberto. Com o meu dinheiro gosto de dar presentes. Eu compro as coisas que eu quero pra mim, para minha filha, para os meus amigos. De fixo, eu pago a assessoria de imprensa, as stylists, o maquiador, o empresário, tudo o que for realmente pra mim. O que eu não pago é conta de luz, água, essas coisas...

Ticiane Pinheiro no bandejão da Record
André Giorgi
Ticiane Pinheiro no bandejão da Record

iG: Você disse que teve uma educação mais solta. O Roberto já é uma pessoa mais disciplinada, mais regrada. Como funciona essa diferença na criação da Rafa?
Ticiane Pinheiro: Eu vou criá-la exatamente como minha mãe me criou. O fato de eu ter tido mais liberdade, me tornou mais responsável. Eu lembro que todas as minhas amigas fumavam com doze anos e eu tinha muito medo de decepcionar meus pais, justamente por essa liberdade. As pessoas falam que eu sou muito certinha, mas não é isso. Eu falo muita besteira, eu bebo minha cervejinha quando eu estou com vontade, mas a questão é que eu sei o meu limite. E eu nunca ultrapassei isso justamente por sempre querer dar orgulho para eles. Quando minha mãe fala que está orgulhosa de mim, eu me acho. É uma gratidão minha por eles terem confiado em mim, porque eu não sei se eu deixaria minha filha ir para o Japão com 16 anos.

Eu vou criar a Rafa exatamente como minha mãe me criou. O fato de eu ter tido mais liberdade, me tornou mais responsável"

iG: Qual foi a maior lição que seus pais te deram que você quer passar para a sua filha?
Ticiane Pinheiro: Da minha mãe, a humildade. Ela é uma pessoa de muito boa índole. Se você conhecê-la hoje e pedir um emprego, ela vai lembrar disso pra sempre e assim que tiver uma oportunidade, vai ajudar. Eu admiro o carinho que ela tem com os fãs, com os funcionários. Ela nunca deixou a fama subir à cabeça. Minha mãe é um ícone mundialmente e ela sempre tratou todo mundo bem. Você nunca viu e nem vai ver ela dar um 'piti'. Eu tenho certeza que eu nunca vou me deslumbrar, exatamente porque tive essa criação.

iG: O que a maternidade mudou em você?
Ticiane Pinheiro: Tudo. Você vê como meu dia é todo calculado para ela. Eu penso primeiro nela, depois no meu trabalho, na televisão, e dai em mim, mas só em terceiro.

iG: Você já disse que a Rafa tem pedido um irmãozinho, mas o Roberto não quer. Como fica essa situação? Você quer mais um filho?
Ticiane Pinheiro: Quero muito! Eu tinha vontade de emendar um no outro, mas realmente não deu. Se for para ter, vai ser daqui a uns dois anos, quando o programa já estiver consolidado. O problema é que o Roberto não quer mesmo, então vamos ver, conversar mais pra frente. A Rafa tem pedido muito, mas ele disse que a fábrica já fechou, que já tem quatro.

iG: Quando você perdeu o seu primeiro filho, o que passou na sua cabeça? Foi o pior momento da sua vida?
Ticiane Pinheiro: Foi, mas hoje eu já não tenho tantas lembranças ruins, porque eu tenho a Rafa. Na época foi uma coisa muito forte, muito, muito difícil pra mim, mas eu sempre acreditei que Deus sabe das coisas, então não era para ser. Coloquei isso na minha cabeça e foi isso que me fortaleceu. Hoje, como eu tenho a Rafa, se eu penso nisso, não me dá mais tanta tristeza. Eu não ando para trás, só para frente. Se eu não tivesse conseguido engravidar de novo, talvez seria um tabu, uma coisa muito triste, mas foi bom, porque antes era um menino, daí veio uma menina, que é a Rafa, maravilhosa.

Uso muito a lei da compensação: não deixo de comer o que eu adoro, como batata frita e pão de queijo, mas no dia em que eu extrapolo, diminuo no jantar"

iG: Aliás, a Rafa virou uma sensação, tanto na internet, quanto nas capas de revista. Como é para você ver toda essa atenção que ela chama?
Ticiane Pinheiro: Ela é muito simpática, né? Ela veio aqui esses dias gravar com o Roberto e foi uma loucura. Ela fala com todo mundo, ela pergunta sobre tudo, é curiosa. Ela estuda numa escola americana e nas reuniões a diretora diz que ela é uma esponjinha. Ela absorve tudo e é muito auto didata. Ela já sabe escrever com três anos, e isso é de eu ensinar com a babá em casa. Ela é muito esperta.

Ticiane Pinheiro, Roberto Justus e Rafaella Justus no aniversário da herdeira
AgNews
Ticiane Pinheiro, Roberto Justus e Rafaella Justus no aniversário da herdeira

iG: Como ela lida com as fotos, o assédio?
Ticiane Pinheiro: Ela adora. Ela faz caras e bocas, poses para os fotógrafos, é uma coisa. Eu fico tomando bronca de ficar postando fotos dela, mas eu não consigo, e não adianta, eu sou mãe. Eu esqueço que sou famosa.

iG: Você falou muito dos seus compromissos, da correria do dia-a-dia, da Rafa, mas onde entra o Roberto em tudo isso?
Ticiane Pinheiro: O Roberto entra depois das oito horas da noite, quando a Rafa dorme. Ela dorme entre sete e meia e oito horas, daí é a hora em que eu janto com o meu marido, fico com ele. Também tomo café da manhã com ele.

No mesmo dia em que o iG Gente acompanhou a preparação de Ticiane para o "Programa da Tarde", a apresentadora aceitou no palco um desafio proposto por Ana Hickmann e fez um "quadradinho de 8" ao vivo. Assista!

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