O processo que Luccas e Felipe Neto moveram contra Antônia Fontenelle teve uma atualização. Na última sexta-feira (19), um oficial de Justiça esteve no endereço da apresentadora, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, para entregar a notificação da liminar de urgência que a obriga a apresentadora a apagar as duas publicações no Instagram em que ela associa os irmãos ao crime de pedofilia. No entanto, o oficial retornou com o documento após não encontrar Antônia em casa.

Irmãos Neto e Antônia Fontenelle
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Irmãos Neto e Antônia Fontenelle


"Deixei de citar a Sra. Antônia Fontenelle Brito, que somente retornará à sua casa na próxima segunda-feira, conforme informação prestada pela funcionária Miriam, babá, e pelo funcionário da portaria Vanderson", informa o oficial de Justiça em nova certidão anexada no processo.

Procurada, Antônia nega ter uma funcionária chamada Miriam e diz que não havia sido avisada até então sobre a ida do oficial até sua residência. "Eu não tenho nenhuma babá chamada Miriam, não conhecia esse porteiro chamado Vanderson. Passando pela portaria agora me avisaram que veio na sexta à noite um oficial de Justiça. Agora não sei se é disso (processo dos irmãos Neto), porque pode ser da história lá do Pimpa (Paulo Cesar - testamenteiro de Chico Anysio que processou Antônia após entrevista da viúva Malga di Paula ao canal "Na Lata" ). Fato é que, se eu tiver em casa, eu recebo tranquilamente porque eu não tô fugindo de nada e nem de ninguém. Eu não passei o fim de semana fora. Sexta eu não estava em casa. Sexta eu cheguei em casa eram umas 21h, só pode ter sido nesse momento, porque foi a única hora que eu não estive em casa. Ninguém tinha me dado recado algum. Na portaria mesmo devem ter dito que eu não estava e de lá foi embora. O que esse cara (oficial de Justiça) está falando não procede", disse Antônia à coluna de Fábia Oliveira.

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