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Kendrick Lamar, Camila Cabello e Rosalía fizeram os melhores álbuns internacionais do ano, emplacaram hits e surpreenderam com discos autorais

Melhores discos internacionais de 2018
Divulgação
Melhores discos internacionais de 2018

A música latina dominou o mundo este ano, junto com o retorno das trilhas sonoras inesquecíveis. O ano na música teve muitos artistas novos no maisntream, novas parcerias e rap, muito rap. Nessa miscelânea musical, selecionamos os 10 melhores discos internacionais na retrospectiva 2018 do iG Gente . Confira:

  • Kendrick Lamar – Trilha Sonora de “Pantera Negra”
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A lista dos melhores discos do ano começa no cinema. “Pantera Negra” triunfou dentro e fora das telas e a trilha sonora produzida por Kendrick Lamar ocupou o topo da Billboard 200 e emplacou o hit All The Stars , cantada por Lamar e SZA. Jorja Smith, Andreson Paak e The Weeknd também participam dessa produção que, ao mesmo tempo em que é complementar ao filme, poderia ser um produto próprio.

Leia também: Sete motivos para conhecer Sza, uma das precursoras do neo-soul

  • Janelle Monáe – “Dirty Computer”
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Monáe é conhecida por explorar temas como a tecnologia e até mesmo a possibilidade de não estarmos sozinhos no universo em sua música. Outra marca registrada da cantora era o uso exclusivo de preto e branco. Desde o lançamento de “Electric Lady” em 2013, porém, muita coisa mudou.

De lá para cá Monáe esteve em dois grandes sucessos do cinema, “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo”, e no meio do caminhou assumiu novas cores e formas. “Dirty Computer” mantém o estilo dançante da cantora, mas é muito mais ousado e mostra sua maturidade ao longo desses cinco anos.

  • Florence and The Machine – “High as Hope”
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Florence Welch retornou mais intimista do que nunca. A cantora, que sempre liberou alguns demônios pessoais em suas músicas, está ainda mais profunda em “High as Hope”, seu quarto disco de estúdio. O destaque é o single Hunger, que mostra que o disco vai numa direção oposta aos anteriores, mais comedido, lento e pessoal.

  • Cardi B – “Invasion of Privacy”
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Não teve para ninguém e 2018 foi o ano de Cardi B. A rapper de 26 anos estourou em 2017 com Bodak Yellow e lançou seu primeiro álbum em 2018. “Invasion of Privacy” é repleto de parcerias, de SZA e Migos a J Balvin num dos maiores hits do ano, I Like It , e mostrou a força do rap feminino, chegando ao 1º lugar da Billboard.

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  • The Carters – “Everything is Love”
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“Everything is Love”, de certa forma, encerra uma trilogia iniciada em 2016 quando Beyoncé lançou “Lemonade”. Na época, a cantora escancarou sua relação com Jay-Z por meio de sua música e escreveu sobre solidão, traição, amor. Em 2017 foi a vez de Jay-Z liberar “4:44” onde, entre outras coisas, assumiu ter traído a esposa. Em 2018, junto com a turnê em conjunto, eles lançaram “Everything”, destacando a superação da crise e priorizando, como o titulo já diz, o amor.

  • J Balvin – “Vibras”
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Luis Fonsi pode ter popularizado a música latina, mas quem seguiu emplacando hits foi J Balvin. O colombiano foi além e fez o reggaeton chegar ao palco de Beyoncé no Coachella. Mi Gente foi lançada em 2017 e, além de Anitta, ganhou uma versão com Bey. Mas “Vibras”, que foi lançado só este ano, tinha ainda ótimas cartas na manga, incluindo Brillo em parceria com Rosalía.

  • Rosalía – “El Mal Querer”
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Por falar em Rosalía, a cantora espanhola lançou um dos melhores discos do ano. “El Mal Querer” é a narrativa de um relacionamento baseado num romance escrito no séc. XIII. Cada música representa um capítulo e o disco como um todo mostra o imenso amadurecimento da cantora desde seu primeiro álbum.

  • Ariana Grande – “Sweetener”
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Assim como na produção nacional, o cenário musical foi nominado pelas mulheres nessa retrospectiva 2018, e Ariana Grande é um exemplo disso. Ela lançou seu aguardado quarto disco em agosto, em meio a um relacionamento intenso com Pete Davidson. O comediante acabou tendo seu nome me uma das faixas desse que é um de seus trabalhos mais intensos. Ariana fala de amor e seus sentimentos como se escrevesse um diário e com “Sweetener” faz uma ótima transição de uma trabalho amis pop e ainda adolescente para algo mais maduro.

  • Lady Gaga e Bradley Cooper –  Trilha Sonora de “Nasce Uma Estrela”
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Curiosamente dois dos melhores discos do ano foram trilhas sonoras . Fazendo jus a essa conhecida combinação de cinema e música, Bradley Cooper recriou o clássico “Nasce Uma Estrela” e escolheu a dedo Lady Gaga. Embora as músicas de Cooper sejam boas, a trilha do filme brilha quando tem Gaga na composição e interpretação. Shallow , Always Remeber Us This Way e até as faixas pop como Why Did You Do That caminham para ser tornar clássicos do cinema.

Leia também: Trilha sonora de “Nasce Uma Estrela” tem clássicos instantâneos e hits de sobra

  • Camila Cabello – “Camila”
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Havana uh na-na! Cabello mostrou a que veio logo no primeiro single de seu álbum de estreia em carreira solo. Havana virou aquelas músicas que não saem da cabeça e era só um gostinho do que estava por vir. “Camila” é dançante, sexy, intimista e original, misturando tanto as referências latinas como americanas da cantora. O álbum foi lançado no começo de janeiro e seguiu como um dos melhores discos do ano até agora.

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