Monark
Reprodução/Twitter
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Bruno Aiub, o Monark, que passou por um "banimento" massivo na web, no começo deste ano, por apoiar a existência de um partido nazista reconhecido por lei no Brasil, usou o Twitter para refletir sobre as consequências do movimento contrário às suas declarações no "Flow Podcast".

Em um breve resumo, disse que ser "banido" é a melhor coisa que pode acontecer com a carreira de um criador digital e explicou o porquê. Primeiro, citou o aumento de relevância no cenário público e, segundo, mencionou o fato de poder constatar que as pessoas podem tirar tudo, menos a sua essência, percebendo quem realmente está ao seu lado.

Contudo, ao ler a pergunta "Se é tão bom, por que choram tanto?", respondeu: "É bom para quem tem a coragem de lutar contra e continuar caminhando, mas é uma prática em que a intenção é tentar destruir uma pessoa por sua opinião. Isso é nefasto, cruel e injusto. O lado bom é que, se eles falharem, você só fica mais forte. Mas não desejo isso a ninguém".

Diante da enorme repercussão negativa do caso,  ele teve a monetização de seu canal no YouTube suspensa e virou alvo de investigação pela Procuradoria-Geral da República e pelo Ministério Público de São Paulo, por suspeita de apologia ao nazismo. Hoje, está à frente do "Monark Talks", na plataforma de vídeos canadense Rumble.


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