Carla Vilhena, Pedro Duran e Rachel Sheherazade
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Carla Vilhena, Pedro Duran e Rachel Sheherazade


Carla Vilhena e Rachel Sheherazade se mostraram solidárias a  Pedro Duran, hostilizado no instante em que cobria a manifestação motociclística do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no Rio de Janeiro. Entre vaias e xingamentos, como "lixo, "bandido" e "comunista", ele precisou deixar o local acompanhado por policiais militares.

"O momento é de obscuridade e intolerância, mas não de capitulação. Que cada câmera e microfone nas mãos da imprensa seja uma lanterna de Diógenes em busca da verdade", desabafou a apresentadora, que fez história na Globo e, hoje, integra o time do maior canal de notícias, por meio de seu perfil no Twitter.

"A CNN Brasil repudia todo tipo de agressão. Acreditamos na liberdade de imprensa como um dos pilares da democracia. Os jornalistas têm direito constitucional de exercer sua profissão de forma segura, para noticiar fatos, dentro dos princípios do apartidarismo e da independência", ressaltou a emissora em comunicado oficial.


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Já  Sheherazade, antes queridinha de Silvio Santos, devido às opiniões contundentes que a tornaram famosa, declarou: "Deixo registrada minha solidariedade irrestrita ao colega que foi cercado, xingado e intimidado por bolsonaristas enquanto realizava cobertura política. Não reproduzo as cenas. Além de achá-las impublicáveis, não quero incentivar atos criminosos".

Mesmo com a repercussão do acontecimento,  Duran ainda não falou sobre os ataques no microblog. A última publicação dele é referente ao spoiler da matéria. "Surpresa no ato pró-Bolsonaro deste domingo, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello chegou de moto, foi recebido aos gritos de 'mito', tirou a máscara ao lado de apoiadores no carro de som e ganhou até beijo de uma senhora. Veja nas imagens", escreveu.




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