Gianni Infantino, presidente da FIFA, durante evento nos EUA
Reprodução/Melanie Anzidei via The Athletic
Gianni Infantino, presidente da FIFA, durante evento nos EUA

Gianni Infantino, atual presidente da FIFA, pode renunciar caso o movimento da oposição contra sua gestão ganhe força.

A oposição começou a traçar estratégias contra Infantino nos Estados Unidos, após tomar conhecimento de uma reunião com Donald Trump, presidente dos EUA, na qual o dirigente da FIFA teria oferecido a venda de parte dos direitos da Copa do Mundo a uma empresa ligada ao republicano.

A informação deixou o grupo opositor indignado, que passou a discutir medidas para enfraquecer a gestão de Infantino.

Entre as estratégias cogitadas estariam o boicote a reuniões deliberativas, impedindo decisões importantes, e até a criação de torneios paralelos à FIFA, com o apoio de seleções europeias.

Também não está descartada a criação de uma nova liga de futebol que coordenaria competições fora da estrutura da FIFA.


Diversas seleções europeias teriam manifestado apoio à oposição após a divulgação de que Infantino estaria em negociações com Trump, presidente dos Estados Unidos e figura rejeitada por parte dos dirigentes do futebol europeu.

Toda essa movimentação reflete uma disputa por poder dentro do futebol mundial.

Em cenários como esse, nenhuma possibilidade é descartada.

Infantino, por sua vez, fez questão de afirmar que descartou a venda de parte da Copa do Mundo para uma empresa ligada a Trump.

O futebol é o esporte mais popular do planeta e, por isso, o controle da FIFA representa um dos maiores centros de poder do esporte mundial.

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