Tom Veiga e Alessandra Veiga
Reprodução/Instagram
Alessandra Veiga foi casada com Tom por quase 15 anos e diz que eles estavam pensando em voltar

Nesta terça-feira (1), a morte de Tom Veiga completa um mês . O intérprete do Louro José morreu após sofrer um AVC e o falecimento surpreendeu a todos. Alessandra Veiga, com quem ele foi casado por quase 15 anos e que é mãe de dois filhos do ator, disse que ela e Tom estavam pensando em reatar a relação. Os dois se separaram em 2018 e esperavam apenas o divórcio do global com Cybelle Costa sair,  com quem ele foi casado por poucos meses.

Alessandra contou que foi procurada pelo marido em maio deste ano, quando Tom já estava no processo de divórcio. "Ele pediu meu telefone para o meu filho. A gente se falava pelo WhatsApp todos os dias, e eu tenho muitos áudios nossos. Falamos um pouco de sentimento e da falta que sentíamos um do outro, e ele queria vir para cá para me ver", disse em entrevista ao jornal Extra.

Ela mora nos Estados Unidos e estava com uma viagem marcada para vir ao Brasil ver Tom no dia 5 de novembro, quatro dias antes da morte. "Não fui antes porque fiquei com medo de não conseguir voltar, por conta do meu visto de estudante. Ele também não conseguiu vir. A gente chegou a fazer planos, e isso, para mim, é amor. Sinto muito saudade e um pouco de arrependimento. Se eu fosse dar um conselho para alguém é: não deixe o ego tomar conta. O ego fez com que a gente ficasse afastado um ano e cinco meses, e, quando a gente ia se encontrar de novo, aconteceu isso. Não levei uma rasteira da vida: fui é empurrada do precipício, porque o fato de eu voltar a falar com ele, de a gente voltar, de ter, graças a Deus, se acertado, foi, para mim, um grande presente de Deus. Mas, ao mesmo tempo, não consigo entender por que aconteceu isso", conta.

A ex de Tom Veiga preferiu não dizer o motivo pelo qual eles se separaram. Alessandra falou que isso não importava, mas o fato que eles estavam conversando nos últimos tempos e marcavam de se ver mexeu muito com ela. "Não quero ver as pessoas nem conversar com ninguém. É uma tristeza mesmo, por não ter conseguido vê-lo de novo, tocar nele de novo, saber que a gente ia conversar para ver, e eu não sei o que seria o futuro", desabafa.

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