Acontece neste final de semana, em São Paulo, a primeira edição do On Music Festival. Programado para ter mais de 12 horas de shows, o evento, que será realizado no Estádio do Canindé, traz atrações de peso como Akon, Kevinho, Bruno Martini e entre outros.

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Akon
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 Ao iG Gente , Akon , headliner do festival e intérprete de hits como Smack That , Lonely e No Matter , falou sobre seu novo álbum, a experiência de retornar ao Brasil e muito mais.

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Trajando uma camiseta do Corinthians, o cantor disse ser “definitivamente um grande torcedor” do clube. Questionado sobre como começou a torcer, ele dispara: “Isso foi crescendo comigo,  fui exposto a uma cultura [a do futebol] a qual eu gostei muito e resolvi exercer um papel nela [a de torcedor do Corinthians ]”. 

Ao abordar seu novo trabalho, o álbum “ Negreeto ”, que celebra a cultura latino-americana, o cantor fala sobre a importância de enaltecê-la e ir além do anglo-saxonismo. “É muito importante homenageá-la, sempre achei que a cultura latina deveria ser mais incorporada, porque quando você ouve este tipo de música, você percebe que ela é tão icônica”, disse ele, que completou: “E quando você celebra isso, você ajuda pessoas ao redor do mundo a saberem que ela existe”.

Ainda falando de seu novo álbum, que contempla uma parceria com Anitta , o artista fala como conheceu a intérprete de Vai Malandra e como foi trabalhar em estúdio com ela. 

“Eu curti muito trabalhar com Anitta, ela é maravilhosa, super amiga e divertida… ela é doida!”, disse em tom humorado. Em seguida, ele dissertou sobre conversas com a cantora e, inclusive, disse que vai seguir algumas dicas dela em sua carreira.

Sobre o clipe da música, o artista declarou que o lançamento está previsto para dezembro. "estamos esperando para que eles aprovem o clipe. Assim que liberarem, será lançado. Está tudo certo e deve sair antes do fim do ano".

Onde esteve?

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“Freedom”, de 2008, foi o último álbum do cantor. Ao falar sobre o delay - 11 anos - para lançar outro, ele diz que dedicou-se ao trabalho voluntário na África. “Eu estava ocupado com filantropia na África, ajudando vilarejos afastados… então achei que essa era a minha hora, hora de continuar meu legado neste establishment e voltar a música”. 

Batizado de “Negreeto”, o projeto mais recente do cantor já está disponível no streaming. Indagado sobre o nome, ele responde com humor. “Bom, olhe pra mim… é isto, sou um homem negro no prédio”. Em seguida ele completou: “Eu amo ter um tom de pele que se destaca, sabe… se eu não estou na República Dominicana ou em Cuba, eu provavelmente sou o homem mais negro do recinto e sou orgulhoso disso”.  

O racismo e o show

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Ao falar sobre tom de pele, a conversa enveredou para algo mais sério: o racismo, tema em que o artista mostra-se tocado. “Já houve tempos muitos difíceis nos EUA,  você acha que vai melhorar, mas você percebe que a América não evoluiu o suficiente quando [Donald] Trump entra no escritório (Casa Branca) e o racismo torna-se visível novamente… e quando você repara, você têm dificuldade de voltar para casa todos os dias”, desabafou ele.

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 Com apresentação marcada para sábado (26), Akon adianta o que os fãs podem esperar de seu show. “Eu estou reservando muitas novidades e diversão, estou feliz de estar de volta ao Brasil… então adianto que será memorável”, finalizou.

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