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Atriz de "O Sétimo Guardião" estampa a primeira capa do ano da Revista Marie Claire; Na edição, ela falou de feminismo, igualdade e sexualidade

Sob uma premissa feminista, a Revista Marie Claire traz em sua primeira capa do ano a atriz Bruna Linzmeyer, no ar em “O Sétimo Guardião”, para falar sobre luta por igualdade de gênero, padrões de beleza e seu amor pela namorada.

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Capa de Bruna Linzmeyer
Reprodução Instagram
Capa de Bruna Linzmeyer

Em sua conta oficial do Instagram, a Revista Marie Claire incentiva suas leitoras: “É preciso ter força. É preciso lutar por nossos direitos. É preciso nos posicionar”. Na mesma publicação, o veículo exibe a capa de janeiro, que ostenta Bruna Linzmeyer com pouca maquiagem, exibindo suas axilas com pelos.

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Em uma entrevista ao veículo feminino, Bruna chegou a alegar que perdeu trabalhos por assumir sua homossexualidade publicamente.

“Perdi contratos por me assumir lésbica . E claro que fiquei assustada, principalmente porque tinha um apartamento para pagar e meus pais não são ricos, pelo contrário. Mas não tive muita escolha. Ou me assumia e vivia a minha vida, ou tinha um câncer, tinha depressão. Adoecia. A minha sorte é que, por outro lado, me posicionar aproximou de mim marcas que pensam como eu, que acreditam que o exercício da liberdade é valioso.”

O mesmo vale para as axilas não depiladas e não escondidas na capa da edição da revista. “Se não falamos sobre elas, não viram uma questão a ser debatida. É aí que quero chegar. Me depilei durante muito tempo. Ter pelos já foi estranho para mim. Hoje, acho estranho uma mulher não os ter. E mais: acho sexy quando uma mulher tem e acho sexy em mim.”

A vida e carreira de Bruna Linzmeyer

Bruna Linzmeyer
Marie Claire
Bruna Linzmeyer

Apesar de ter perdido alguns investidores por sua sexualidade, a carreira de Bruna não foi tão agitada. Só em 2018 foram dois filmes e uma novela ( "O Sétimo Guardião" ); para 2019 já estão programados dois longas e dois curtas-metragens.

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Driblando os obstáculos da vida, Bruna Linzmeyer se tornou uma referência para a juventude que não tinha um exemplo de mulher lésbica assumida na mídia: “Já ouvi de garotas que conseguiram conversar sobre suas sexualidades com os pais e contar que gostam de outras garotas a partir de uma declaração que fiz”.

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