Mano Brown elogiou Karol Conká
Reprodução/Spotify - 24.08.2021
Mano Brown elogiou Karol Conká


Primeira entrevistada do 'Mano a Mano', podcast do rapper Mano Brown, Karol Conká participou da coletiva de imprensa da segunda temporada do programa e foi elogiada pelo rapper. Na ocasião, ela perguntou em vídeo sobre como ele cria um clima íntimo com os entrevistados. 


Logo após a pergunta, o rapper disse:"Karol Conká deu uma p*ta sorte para nós". Ele fez referência a audiência que a rapper deu logo no primeiro episódio do podcast. Mano Brown também comentou sobre o 'BBB 22' e como a rapper faz falta no reality.

"Onde a negra põe a mão dá dinheiro. Vocês vêm a falta que a Karol tá fazendo lá, a audiência, sabe", disse, rindo. Ele fez referência à baixa popularidade do reality e também às críticas sobre a audiência da 22ª edição do reality show da Globo. 

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Sobre a pergunta de Karol, ele diz que tenta "criar um clima de amizade mesmo, não deixar ele acuado ou intimidado". "Temos que ficar iguais, mesmo que eles estão lá por eu admirar eles. Karol foi escolhida, são pessoas que têm a nossa admiração", comenta.

A nova temporada de 'Mano a Mano' estreia dia 24/03 e pode ser ouvido gratuitamente no Spotify. 

Mano Brown criticou a Globo no episódio com Karol Conká

No episódio em que Mano Brown entrevista a rapper, ele acolheu a cantora e disse que o público não merecia tantos pedidos de perdão vindos dela. "Eu não te julgo, mas eu não sei se as pessoas estão merecendo você pedir tanto perdão", disse. Para o rapper, qualquer pessoa reagiria como Karol reagiu. "Negra, branca, artista, desempregado ou advogado agiria de forma aflorada nas mesmas condições que você", disse. 

Na ocasião, ele também criticou a Globo. "A emissora tá nesse momento de colocar a cara preta nas telas, já fez muita m*rda no passado e agora deu um lapso de consciência e aí de repente, olhando de fora, parece que o diretor quis fazer uma militância paralela aí. Deixar as pessoas juntas, o conflito, mostrar o que está errado e como fazer", comentou. Para o rapper, ele entendeu que os negros estavam empoderados e os brancos com medo.

"De repente o barato é mais loco, essa coisa do negro ser unido pela tom da pele é muito raso, acho que o Brasil finge que não sabe. Não acho que os participantes por serem negros, devem ser amigos, mas devem se unir por prioridade. Acho raso quando as pessoas pensam que devem se unir pelo tom da pele", comenta. 

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