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Salomão iniciou a carreira na década de 1960; Antes de morrer, ele estava em sua segunda passagem pela Rádio Cultura e era colunista da BandNews TV

O jornalista Salomão Schvartzman morreu na manhã deste sábado (06), aos 83 anos de idade. Advogado e sociólogo, ele teve a morte declarada às 11h35min logo depois de dar entrada no pronto atendimento do Hospital Albert Einstein. O hospital confirmou a morte do jornalista , mas não informou a causa.

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Salomão Schvartzman
Divulgação / BandNews
Salomão Schvartzman

Salomão Schvartzman começou como repórter no jornal O Globo , no Rio de Janeiro (RJ), na década de 1960. Trabalhou também na rádio Globo , quando participou da cobertura do julgamento do criminoso nazista Adolph Eichman, em 1961.

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Durante 40 anos, trabalhou na Rede Manchete , onde foi chefe da sucursal paulista da revista Manchete e âncora do programa "Frente a Frente". Também apresentou, na mesma emissora, o programa "Momento Econômico" e o musical "Clássicos em Manchete".

Em 2000, após o fim da Rede Manchete , Salomão transferiu-se para a Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura e pelas rádios Cultura AM e FM , em São Paulo. Na rádio Cultura FM criou o programa "Diário da Manhã", depois transferido para a rádio Scalla .

Schvartazman atualmente estava em sua segunda passagem pela Rádio Cultura FM , novamente com o "Diário da Manhã", e era colunista da BandNews TV , com apresentações diárias, em que abordava os mais variados temas, como política, economia, música e comportamento. Salomão também apresentava no canal por assinatura Arte 1 o programa "Arte 1 in Concert", além de ser a voz padrão da emissora.

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Salomão Schvartzman ganhou menção honrosa do Prêmio Esso de Jornalismo com a matéria "Doca: Porque mataria a mulher que amava", publicada na revista Manchete , sobre a morte de Ângela Maria Fernandes Diniz, socialite brasileira, assassinada em Búzios, pelo seu companheiro, Doca Street.