A Netflix se envolveu em uma nova polêmica antes do lançamento de uma nova série
na plataforma. Dessa vez, o alvo é a série italiana " Baby
", que esteia na próxima sexta-feira (30), mas já vem sendo alvo de duras críticas. A nova atração da plataforma é inspirado em fatos sobre o escândalo "Baby Squillo", uma trama que envolveu políticos, advogados, empresários e até mesmo o esposo da neta de Benito Mussolini em um esquema de prostituição juvenil.
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A National Center on Sexual Exploitation, organização norte-americana cujo objetivo é "expor as ligações entre todas as formas de exploração sexual", acusou a gigante do streaming de "promover o tráfico sexual", acusou a Netflix de "promover o tráfico sexual".
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Para Dawn Hakins, diretor executivo da ONG, os executivos da plataforma de streaming estão "completamente fora do tom" e a empresa está "priorizando o lucro em cima das vítimas de abuso". A ONG, em janeiro, já havia enviado a empresa de entretenimento uma carta assinada por diversas vítimas que sobreviveram ao tráfico sexual.
Em resposta, Erik Barmack, vice-presidente de conteúdos internacionais da plataforma, descreveu a nova série como 'ousada'. "Não há nada ousado sobre explorar a sexualidade de menores de idade", opinou Hawkins em comunicado após as críticas.
"Este show glamouriza o abuso sexual e banaliza a experiência de inúmeras mulheres e homens menores de idade que sofreram com o tráfico sexual", completou.
Netflix recebe críticas antes do lançamentos das séries
Essa não é a primeira vez que a empresa se envolve em polêmicas antes do lançamento de uma nova atração. Esse ano, a plataforma recebeu duras críticas também antes do lançamento de "Insatiable", protagonizada pela atriz Debby Ryan, conhecida pelos seus papéis na Disney e por "Super Drags" - defendendo-se das duras críticas.
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Recentemente, a Netflix também fechou um acordo com um templo satânico após ter sido denunciada por plagiar uma estátua que aparece na série “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que estreou em outubro na plataforma.