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Produção estreia nesta quinta-feira (8) nos cinemas brasileiros; veja crítica

Mandy Moore e Claire Holt em cena de
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Mandy Moore e Claire Holt em cena de "Medo Profundo", que estreia nesta quinta-feira (8) nos cinemas brasileiros

Filmes de tubarão são um barato. É difícil achar algum que não seja um entretenimento agradável e eficiente. Desde que Steven Spielberg inventou o blockbuster com “Tubarão” (1975), eles se tornaram um subgênero dos mais atrativos e eficazes em Hollywood. “Medo Profundo” (2017) se insere na distinta galeria que tem “Mar Aberto” (2003), “Do Fundo do Mar” (1999), “Terror na Água” (2011) e “Águas Rasas” (2016) como expoentes.

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O filme de Johannes Roberts, cujos créditos como diretor reúnem perolas do cinema B como “Floresta dos Condenados” (2005) e “Do Outro Lado da Porta” (2016), não reinventa a roda e aposta na boa manipulação de clichês e na presença carismática de Mandy Moore para entreter.    "Medo Profundo” valoriza uma ideia relativamente banal no gênero. Quando você tem uma ideia ruim e dá seguimento a ela, as coisas vão dar errado.

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Tubarão ronda as protagonistas de Medo Profundo: Tensão e ação
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Tubarão ronda as protagonistas de Medo Profundo: Tensão e ação

Lisa (Mandy Moore) e Kate (Claire Holt) resolvem passar uma temporada no México. A primeira acabou de passar por um rompimento amoroso e está um tanto fragilizada. É Kate quem convence a irmã a topar uma aventura que tem toda a pinta de furada. Mergulhar em uma jaula no mar para ver tubarões bem de perto. Desnecessário dizer que a brincadeira dá errado e muita emoção e adrenalina em uma batalha alucinada pela sobrevivência se dará.

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“Medo Profundo” garante boa hora e meia de ação e tensão com ótimas cenas no fundo do mar e uma excelente sacada que faz o final do filme ter ainda mais força. A ideia do fundo do mar, assim como o espaço, como uma fronteira de perigos tão iminentes quanto sedutores ganha no filme de Roberts mais um exemplar excitante.

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