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Ator está em "Jumanji: Bem-Vindo à Selva', que estreia no Brasil em janeiro, e é o único atualmente a ter fila de estúdios querendo trabalhar com ele

“Jumanji: Bem-Vindo a Selva” é a principal estreia do fim de semana de Natal nos EUA. A produção já arrecadou cerca de US$ 65 milhões desde a última quarta-feira (20), quando debutou nos cinemas americanos. A estreia no Brasil está agendada para a próxima semana, no dia 4 de janeiro. Já dá para prever que o filme terá uma carreira lucrativa e muito disso se deve a uma figura que amealha cada vez mais confiança entre os estúdios: Dwayne “The Rock” Johnson.

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Dwayne Johnson em
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Dwayne Johnson em "Jumanji: Bem-vindo à Selva"

O astro, egresso da luta livre, começou sua bem sucedida carreira como leading man hollywoodiano em “Bem-Vindo à Selva” (sim, o mundo é pequeno e os títulos nacionais de filmes o torna ainda menor), uma comédia de ação em que dividia a cena com Stifler, ou melhor, Seann William Scott. De lá para cá, Dwayne Johnson deixou de assinar “The Rock”, mas o anagrama nunca o deixou de verdade, para se tornar um dos maiores e mais confiáveis astros do planeta.

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Costumeiramente incluído em listas dos atores mais bem pagos e rentáveis de Hollywood , Johnson é um dos poucos a rodar filmes grandes para estúdios diferentes. Uma característica tão rara na Hollywood de hoje que sequer há estatística disponível para a elaboração de comparações.

Dwayne Johnson no hit da HBO
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Dwayne Johnson no hit da HBO "Ballers"

Nos últimos cinco anos ele protagonizou filmes para Disney, Paramount, Warner, Sony e Universal, além de estrelar a série mais assistida ao vivo da HBO, “Ballers”. No meio tempo, ainda estrelou filmes de médio orçamento que deram grande retorno como “Rápida Vingança” (2010), “O Acordo” (2013) e “Sem dor, Sem Ganho” (2013).

A aura de Johnson é tão poderosa que ele consegue se manter intacto mesmo quando estrela fracassos, como a versão cinematográfica de “Baywatch” lançada em 2017. Bombardeada pela crítica, a produção naufragou nas bilheterias, mas isso não feriu o prestígio de Johnson. Outros tantos astros saem chamuscados de reveses comerciais na temporada de blockbusters - como Michael Fassbender para citar um que encolheu em 2017 .

A confiabilidade de Johnson fez com que ele, mesmo sem estar presente, fosse atração em painéis diferentes na última CCXP brasileira. Além de um vídeo exclusivo para "Jumanji", no painel da Sony, o ator também apareceu em um featurette de “Rampage: Destruição Total”, uma das principais apostas da Warner para 2018.

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O astro consegue fidelizar tanto a audiência masculina, como ser um confiável chamariz para o entretenimento familiar – uma característica que só encontrar par no Arnold Schwarzenegger dos anos 90.

Pau pra toda obra, ele foi chamado para resgatar duas franquias. “G.I: Joe”, que não conseguiu fazê-lo, e “Velozes e Furiosos”, missão tão bem cumprida que existem rumores de um spin-off da série com seu personagem.

Com Zac Efron no fracasso comercial
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Com Zac Efron no fracasso comercial "Baywatch": prestígio inabalado

Enquanto muitos astros atualmente penam para conseguir créditos em blockbusters, há uma fila de estúdios interessados em contar com Dwyane Johnson em suas produções. Entre 2018 e 2019, o ator deve estrelar cinco blockbusters, inclusive “Adão Negro”, baseado no célebre personagem da DC Comics, “Doc Savage” e a sequência de “Terremoto: A Falha de San Andreas”. Não à toa que a alcunha de The Rock não vai embora.

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