Lázaro Ramos e Taís Araujo em ensaio fotográfico; eles estão juntos há 17 anos
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Lázaro Ramos e Taís Araujo em ensaio fotográfico; eles estão juntos há 17 anos


Lázaro Ramos revelou os pilares que ajudam a manter sólida a união de 17 anos com Taís Araujo: muito humor e muita fofoca. O ator e diretor assumiu ser um fofoqueiro nato, e que passa o dia inteiro trocando mensagens com sua mulher a respeito de todas as informações que recebe.

"Nós somos opostos. Ela é emocional e eu sou racional, mas temos algo que nos une e muito: o humor e a fofoca", disse ele, aos risos, em entrevista a Gabriela Prioli, no À Prioli, da CNN Brasil. "A gente ri muito junto e fofocamos. Trocamos mensagens o tempo inteiro. Sou fofoqueiro, sou falastrão e totalmente distraído."


A relação de Lázaro e Taís já teve seus altos e baixos, e na primeira vez que trabalharam juntos, na novela Cobras & Lagartos (2006), da Globo, os dois não tiveram um bom entrosamento. "Mas depois evoluímos e hoje até acreditamos que as parcerias profissionais colaboraram e muito para o nosso casamento", avaliou.

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Ele rompeu recentemente seu contrato com a Globo após receber uma proposta irrecusável do Prime Video, onde trabalha como showrunner, e também será o protagonista de algumas produções. Recentemente, ele concluiu seu primeiro trabalho como diretor no filme Medida Provisória, onde dirigiu sua mulher.

"É bem diferente dirigir sua parceira de vida. Taís respeita muito o diretor, mas por outro lado ela não deixa de dar sua opinião. Algumas vezes no set, com umas 100 pessoas, a gente falava como um casal e acho que isso confundiu a equipe", comentou ele na entrevista à CNN.

Lázaro Ramos foi entrevistada por Gabriela Prioli em talk show da CNN Brasil
Divulgação/CNN Brasil
Lázaro Ramos foi entrevistada por Gabriela Prioli em talk show da CNN Brasil


No papo com Gabriela Prioli, que irá ao ar neste sábado (13), às 21h45, ele falou bastante sobre sua luta pela conscientização contra o racismo e também os estigmas que as pessoas negras ainda sofrem até hoje.

"Nós, povo negro, não somos somente sofrimento, tem muitas partes de nossa história que foram silenciadas. Temos muita potência, muita beleza e muita contribuição com a história da humanidade", afirmou. "Quando o Brasil não reconhece suas potências negras, ele deixa de crescer. O racismo joga fora as potências."

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