Ator, que estreia em novelas na pele do vilão Alberto, em “Flor do Caribe”, fala sobre seu personagem


Igor Rickli não esconde a felicidade em estrear em novelas logo em um doa papéis principais, como o vilão da história. Em entrevista na festa de lançamento de “Flor do Caribe”, neste sábado (23), em São Paulo, o ator falou sobre este desafio. “Tive uma sorte muito grande, estrear numa novela desse porte, com esse cuidado que está tendo. Sou ator há sete anos e é o primeiro personagem na televisão e estou me esmerando ao máximo, colocando minha energia nisso e esperando que as pessoas venham gostar do meu trabalho para, futuramente, conseguir outros trabalhos”, contou.

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Na trama ele vive Alberto, um homem apaixonado por Esther ( Grazi Massafera ), que fará tudo para tentar conquistá-la, sem medir esforços ou consequências. “É um milionário sem afeto dos pais, criado por uma avô controlador e ditador e não tem muitas experiências de vida. Ela é tudo para ele e, quando vê que perdeu para o melhor amigo, isso vira uma loucura na cabeça dele. Ele vai lutar o quanto puder para resgatar este amor da vida dele”, contou.

Igor, que é casado com a ex-integrante do grupo Rouge, Aline Wirley , discorda da postura de seu personagem. “Acho que vale lutar pelo o amor, mas sem passar por cima dos outros porque perdeu o propósito. Aí, não é mais amor”, opinou. “Comigo e com a Aline, por exemplo, foi natural, porque foi um encontro de almas. A gente estava num momento certo, na hora certa e tudo foi simples. Foi difícil chegar até ela e, quando chegou, sentimos no olhar a cumplicidade, o respeito mútuo e é muito gostoso”, declarou.

O ator ainda foi modesto ao falar sobre o estereótipo de galã, ao ser questionado se se acha bonito, assim como seu papel. “Não! Eu sou o quê? Eu não me acho bonito. Eu não sei”, respondeu, entre risos.

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