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O programa aborda mais uma vez um tema considerado tabu nas telinhas. Matinês, prostituição e vírus HIV são alguns dos temas que serão abordados

O “Profissão Repórter” desta quarta-feira (13) vai esquentar.  O programa mostrará a vida de um grupo de idosos que confirmam: o prazer não acaba depois de uma certa idade. Apesar de ser um tema muitas vezes encarado como um tabu na sociedade, a reportagem procurará investigar o sexo e a sexualidade na terceira idade e como cada um lida com esse tema em suas próprias vidas.

O Profissão Repórter investigou matinês da terceira idade em São Paulo
Reprodução
O Profissão Repórter investigou matinês da terceira idade em São Paulo

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O repórter Erik Von Ende do “ Profissão Repórter ” irá até um baile matinê na zona oeste de São Paulo acompanhar como o público se diverte e namora. Além disso, a repórter Eliane Scardovelli vai até a Estação da Luz para trazer a tona o grande número de prostitutas e clientes da terceira idade, onde um dos frequentadores chega a gastar no local quase R$ 2 mil que recebe da aposentadoria, além de mostrar que o hábito do uso de preservativo é baixo. Já as repórteres Mayara Teixeira e Monique Evelle embarcam para Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, para conhecer a cidade em que 30% dos portadores de HIV são idosos e o vírus é tratado como um tabu entre eles.

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O programa vai ao ar logo após a exibição do futebol.

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Investigando o sexo

Apesar de ainda ser tabu, não é a primeira vez que o Profissão Repórter se dedica a abordar o sexo em sua programação. Sem vergonhas, os repórteres já buscaram compreender como funciona o mercado do sexo, indo atrás dos bastidores da produção de filmes ponográficos;  o sexo na juventude, como os adolescentes lidam com o tema e iniciam a sua vida sexual, além de abordar a questão sobre o celibato antes do casamento, como a campanha religiosa “Eu Escolhi Esperar”. As noitadas também já foram tema do programa, com um mergulho nos fetiches exóticos na balada, como uma das maiores festas de sadomasoquismo em São Paulo.

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