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Policial revelou que o apresentador não queria sangue e morte em sua casa; Dois dias antes do crime, sua filha também havia sido sequestrada

O ano de 2001 foi muito marcante para a família Abravanel, mas não por motivos felizes. Tudo isso porque Silvio Santos e Patricia Abravanel passaram por momentos de terror ao serem vítimas de sequestro.

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Negociador de sequestro de Silvio Santos comenta sobre o crime
Reprodução/Youtube
Negociador de sequestro de Silvio Santos comenta sobre o crime

E por falar no assunto, o Comandante Diógenes Lucca, fundador do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais), comentou sobre o assunto. Na época,o policial foi o negociador do sequestro de Silvio Santos  .

“Eu chamei uma autoridade que estava lá e pedi para limpar o local, porque tinha muita gente”, declarou ao afirmar que chegou na casa do apresentador e várias autoridades e policiais estavam lá.

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Diógenes ainda disse que o dono do baú exigiu que o secretário de segurança estivesse presente para que o sequestrador pudesse se entregar. “O secretário não é polícia, ele é chefe. Mas não é polícia, assim como o governador. Então, por técnica, eu não poderia deixar vir uma autoridade do executivo lá”, relembrou.

Na época, o então governador, Geraldo Alckmin, intermediou com Silvio a rendição do bandido. “Foi engraçadíssima essa hora. Ele estava tão ‘estocolmizado (da síndrome de estocolmo, quando a vítima se simpatiza pelo criminoso) que, quando abriu a porta e os caras foram dar a calça para ele, preocupados com o Silvio sair de cueca, ele ignorou, saiu e abraçou o governador de cueca mesmo”, contou.

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"Eu tenho comigo que o Silvio Santos não queria que nada de mal acontecesse com o sequestrador, apesar de ele ter sido o autor do sequestro de sua filha e tê-lo mantido como refém. Ele não queria ver sangue e nem uma morte na casa dele", afirmou Diógenes Lucca