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Paul Haggis nega todas as acusações de estupro e tentativa de estupro. Entre os filmes que dirigiu ele estão: "Crash - No limite" e "007 – Cassino Royale"

Mais uma personalidade de Hollywood está envolvida em denúncias de assédio sexual. O diretor Paul Haggis , que venceu o Oscar com o filme “Crash - No limite” e dirigiu “007 – Cassino Royale”, está sendo acusado de abuso sexual, incluindo estupro e tentativa de estupro. Ele nega todas as alegações e acusa a principal vítima de extorsão, afirmando que ela havia exigido US$ 9 milhões.

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O cineasta Paul Haggis dirigiu filmes como “Crash - No limite” e “007 – Cassino Royale”
Reprodução/Twitter
O cineasta Paul Haggis dirigiu filmes como “Crash - No limite” e “007 – Cassino Royale”


O cineasta , de 64 anos, é casado e ganhou fama após fazer duras críticas a Scientology, religião a qual fazia parte. Em dezembro, foi arquivado um processo civil contra ele, no qual era acusado de estuprar, em 2013, uma mulher chamada Haleigh Breest, em um apartamento em Nova York, depois da estreia de um filme.

Segundo informações do portal americano “E! News”, o arquivamento do processo motivou mais três mulheres a tornarem públicos os casos de agressão que elas também sofreram entre 1996 e 2015. Entretanto, essas mulheres não apresentaram nenhuma ação legal contra Haggis, por isso, ele não foi acusado de nenhum desses crimes.

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Relatos dos abusos sexuais

Uma das novas acusadoras afirmou que, em 1996, enquanto trabalhava em um programa de televisão que Haggis produziu, ele supostamente tentou beijá-la e quando ela resistiu, ele disse: “Você realmente quer continuar trabalhando?”. Após isso, teria forçado a vítima a fazer sexo oral nele e depois a estuprou.

A terceira mulher supostamente abusada diz que encontrou o cineasta no escritório dele, em Los Angeles, no final dos anos 2000 para falar de um novo programa de TV e, durante a reunião, ele alegou que tinha um acordo com sua esposa para ter relações extramatrimoniais e então tentou beije-la, porém ela conta que conseguiu fugir.

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Já uma quarta mulher afirma que, em 2015, no Canadá, Haggis a beijou forçadamente. Depois, a seguiu até o táxi, a acompanhou até o apartamento dela e chegando lá tentou roubar outro beijo. Ela disse que no dia seguinte, ele ainda enviou várias mensagens de texto com teor sexual e, com medo, ela o bloqueou.

Defesa alega complô

De acordo com o site “Fox News”, o advogado do cineasta diz que ele nega todas essas acusações anônimas. O advogado também fala que vê todas essas denúncias como um plano da empresa de advocacia da Haleigh para fazer com que ela consiga prosseguir com o processo e ganhar dinheiro em cima do seu cliente.  Também foi apontado que pessoas da antiga religião do cineasta podem estar envolvidas nessas acusações.

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