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Katiely Kathissumi afirma não poder dizer "nada que desabone" o sócio da edição brasileira da revista acusado por modelos de as assediar

A denúncia de assédio sexual envolvendo dois sócios da Playboy Brasil  André Luís Sanseverino e Marcos Aurélio de Abreu Rodrigues e Silva provocou grande repercussão nacional. Eles são acusados por modelos de as assediarem.

Katiely kathissumi é a nova coelinha da Playboy
Mari/Araújo
Katiely kathissumi é a nova coelinha da Playboy

As modelos que acusam os sócios da Playboy Brasil de assédio sexual apresentaram conversas por WhatsApp e a reportagem do “Fantástico”, que trouxe o caso a público, também ouviu o advogado Marcello Lombardi - que as representa. A revista emitiu comunicado à imprensa informando que André Luís Sanseverino estava afastado das funções e prerrogativas de diretor da publicação.

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A acusação de assédio caiu como uma bomba para a revista que deixou de ser publicada pela editora Abril e, na perspectiva de muitos, ainda não conseguiu se estabelecer na nova fase.

"Fui coelhinha oficial da Playboy quando a publicação pertencia a editora Abril e sempre fomos tratadas com muito respeito. Fiquei perplexa com essa história”, observa a ex-coelhinha Thaiz Schmitt . Já Katiely Kathissumi , que há cerca de dois meses assumiu o posto de coelhinha oficial da publicação no Brasil, diz que “sempre fui tratada com respeito por todos os colaboradores e sócios da revista. Nunca houve em relação a mim qualquer tipo de assédio”. Ela acrescenta que jamais ouviu qualquer rumor a respeito disso até a exibição da reportagem no “Fantástico” no último domingo.

Thaiz Schmitt na capa da Playboy Brasil
Divulgação
Thaiz Schmitt na capa da Playboy Brasil

  A coelhinha diz que da parte de André para com ela nunca houve nenhuma atitude invasiva ou gesto que possa ser percebido como suspeito.  “Minha relação com o André foi sempre muito tranquila”, observa. “Realmente não posso dizer nada que o desabone. Não tenho condições de fazer qualquer juízo de valor em relação às denúncias, mas posso te garantir que em relação a mim nunca houve nada do que foi veiculado”, completa.

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Thaiz Schmitt recorda que nos tempos da Editora Abril, havia um código de conduta a ser observado e que sua aplicação era bem severa. “Existia a proibição de qualquer tipo de relacionamento entre funcionários e a punição para o descumprimento dessa regra era a demissão”.

Katiely, que está curtindo bastante o fato de ser coelhinha da revista masculina mais famosa e badalada do mundo, espera que essa confusão não comprometa o passado (e o futuro?) glorioso da Playboy e revela que gostaria de estampar a capa da publicação no futuro. Um gostinho que Thaiz Schmitt já teve duas vezes.

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