Jack Maia é rainha de bateria da Estácio de Sá
Reprodução/Rafael Nasicmento de Souza
Jack Maia é rainha de bateria da Estácio de Sá

Rainha de bateria da Estácio de Sá, terceira escola a entrar na Marques de Sapucaí nesta segunda noite de desfiles da Série Ouro, Jack Maia está curtindo como poucos a homenagem ao Flamengo levada para a Avenida pela agremiação.

"Flamenguista doente", nas palavras da própria, a beldade encarnou a taça do Mundial de 1981, maior conquista da história rubro-negra. A dona da fantasia Taça Triunfo Mundial — como o traje foi batizado oficialmente — sonha, agora, com um desfecho similar para a escola.

"Espero que a gente também consiga a taça, claro. Fazer essa releitura dois anos após a pandemia é muito especial", festejou Jack.

A Estácio trouxe para a Avenida o samba-enredo "Cobra-coral, papagaio-vintém #vestirubrunegro não tem pra ninguém". O enredo, que passou originalmente pela Marquês de Sapucaí em 1995, conta a história de parte dos títulos conquistados pelo Flamengo.

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Nas arquibancadas, porém, não eram apenas o versos do samba que ecoavam. A escola despontou sob gritos de "Mengo, Mengo, Mengo" vindo do setor 1. Antes disso, a mera menção à escola pelos alto-falantes já era o suficente para garantir muitos aplausos.

Discreta nas aparições públicas, a primeira-dama do Rio, Analine Castro decidiu deixar o camarote do governo do estado. Com uma camisa de diretoria da Estácio, ela se derreteu pela rainha de bateria da escola e disse que "ama o Flamengo".

"Essa é uma rainha maravilha e ela vai arrasar na Sapucaí. Vai ser um desfile muito especial", disse a primeira-dama.

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