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Casada com um homem que a chantageava e ameaçava, a socialite viveu horrores durante os anos de 1951 a 1963; Margaret morreu em 1993

Filha de um milionário da indústria têxtil, o luxo sempre esteve presente na vida de Margaret Campbell. Aos 20 anos, ela casou-se com o jogador de golfe Charles Sweeney,  todavia, foi a relação com o Duque de Argyll, que é primo da Rainha Elizabeth II, que lhe rendeu notoriedade. 

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Divulgação
Margaret Campbell

Ao New York Times , Lyndsy Spence, autora do livro "The Grit In The Pearl", que narra a vida de Margaret Campbell , falou sobre o assunto. "Outras pessoas chegavam e diziam: 'Ele é um oportunista, fique longe dele'. Mas ela não ouviu”.

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“Ela achou que as pessoas estavam ciúmes. E ele realmente a atraiu. Uma vez casados, ele mudou. Ele era desagradável, abusivo”, completou ela sobre a integrante da Família Real .

Spence ainda afirmou que, na esperança de salvar a união, Margaret aderiu a um casamento aberto. Todavia, o que a Duquesa não sabia é que, de longe, seu marido estava a vigiando e coletando evidências de adultério para controlá-la e chantageá-la posteriormente.

Após algum tempo, o que deveria ser a solução tornou-se a prisão da socialite. O marido mostrou-se violento e abusivo, chegando a arrombar a escrivaninha dela - onde estavam fotos com supostos parceiros sexuais.

"Isso a impactou pelo resto da vida. Ela foi chamada de nomes horríveis e sua filha parou de falar com ela... Esse escândalo a seguiu. Ela acabou sem dinheiro. Ela não tinha pessoas para cuidar dos seus interesses e seu dinheiro foi roubado", comentou a autora.

Vítima de sua própria história, a integrante da Família Real morreu no início dos anos 90, em 1993, em um lar para idosos em decorrência de uma doença. Apesar de ser pouco lembrada, em seus tempos áureos, ela foi apelidada pela imprensa britânica como a “Duquesa Suja”. 

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Ainda em entrevista, a autora explicou que resolveu contar a história de Margaret Campbell para que as pessoas a vejam por outra perspectiva, mesmo após a morte. "Acho que muitas mulheres hoje têm empatia com o que Margaret passou. Quando você pensa em um caso semelhante hoje, e como a mídia o cobre, poucas coisas mudaram".