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Jornalista morreu na madrugada desta quarta (10) na sua casa e o velório está marcado para acontecer das 10h às 15h, na quinta-feira (11)

Paulo Henrique Amorim  morreu na madrugada desta quarta-feira (10), aos 77 anos, e o velório irá acontecer na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro. A última emissora do jornalista, a RecordTV  , divulgou uma nota de pesar, que relembra parte da vida profissional dele.

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Paulo Henrique Amorim terá velório na Associação Brasileira de Imprensa arrow-options
Divulgação/RecordTV
Paulo Henrique Amorim terá velório na Associação Brasileira de Imprensa

Paulo Henrique Amorim morreu de infarto fulminante em sua casa. O velório está marcado para acontecer na quinta-feira (11), das 10 às 15 horas. A sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) fica no centro do Rio de Janeiro, na rua Araújo Porto Alegre nº 71, e espera-se que seja aberto ao público.

O jornalista deixou sua marca registrada por onde passou. Na  RecordTV ,  ele estreou na apresentação do “Jornal da Record – 2ª edição”, trazendo o quadro “Conversa Afiada”, que, na época, ele comentava assuntos de política e economia. Em 2004, ele foi criador da revista eletrônica vespertina “Tudo a Ver”, que revelou as apresentadoras Ana Hickmann e Chris Flores.

Paulo também participou do primeiro time de apresentadores da Record News no programa “Entrevista Record News – Entretenimento”, e de 2006 até 2019 apresentou o “Domingo Espetacular”. PHA, como era chamado nos bastidores, ficou famoso com seu bordão “Boa noite, Boa sorte”, que admitia ter trazido de um apresentador da televisão americana CBS, Edward Murrow.

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Em 2015, durante uma entrevista ao R7 , ele falou da sua paixão pela profissão: “Eu nasci jornalista e vou morrer jornalista. Vou morrer diante das teclas do computador”. Além de seu trabalho na TV, ele passou pelo impresso e chegou à internet, onde tinha um site e um canal no YouTube chamado “Conversa Afiada”.

Ainda na sua vida profissional, ele também escreveu os livros “De olho no dinheiro” (1987), “Plim-Plim, A Peleja de Brizola” (2005) e “A Mídia nas Eleições de 2006”, (2006). Paulo Henrique Amorim deixa a esposa Geórgia Pinheiro, a filha Maria Amorim e dois netos.