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'Independent' destaca álbum 'Getz/Gilberto'; 'Le Monde' fala da invenção da bossa nova; e 'El País' cita revolução provocada por ‘Chega de saudade’

João Gilberto
Divulgação
Morre João Gilberto aos 88 anos de idade

Logo que a notícia da morte do cantor e compositor  João Gilberto começou a circular pelas redes sociais, veículos de todo o mundo destacaram a sua importância não só para a música brasileira, mas também o impacto da bossa nova na produção musical global a partir dos anos 1960.

O site do “The New York Times” informou que a morte do cantor e compositor João Gilberto foi confirmada por postagens de familiares, destacando a do filho Marcelo Gilberto (“sua luta foi nobre e ele tentou manter a dignidade à luz da perda de sua soberania”). 

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A agência Reuters destacou o início da carreira do cantor na Bahia e sua ida para o Rio de Janeiro, onde gravou “Chega de saudade” e deu início ao mundialmente famoso estilo da bossa nova.

O “Independent”, na Inglaterra, lembrou o álbum “Getz/Gilberto”, de 1964, gravado com o saxofonista Stan Getz, que vendeu milhões de cópias, ganhou vários Grammys e popularizou a bossa nova em todo o mundo.

O site do inglês “The Guardian” reproduziu declarações do escritor Ruy Castro, autor do livro “Chega de saudade”, e da cantora Daniela Mercury. Uma postagem de Gal Costa foi citada: “ João Gilberto , o maior gênio da música brasileira, foi uma influência definitiva em minha música”.