Joana Sanz e Daniel Alves
Reprodução Instagram
Joana Sanz e Daniel Alves

Joana Sanz, esposa do jogador Daniel Alves, usou as redes sociais nesta segunda-feira (31) para anunciar que está grávida. Sem citar o marido, que teve a  condenação de estupro anulada pela justiça espanhola na última sexta-feira (28), ela contou a emoção de experienciar a maternidade.


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"Eu não queria compartilhar nada até que fosse mais do que evidente, mas quis compartilhar pelas que estão na luta. Tive que lidar desde os 22 anos com perguntas de 'para quando o bebê?'Que pressão social assustadora. Nunca tive instinto maternal, aquele desejo de ter filhos ou gostar de pegar o bebê de alguém", começou ela, em um vídeo no qual o companheiro não aparece.


"Com o passar dos anos, meu grupo de amigas foram tendo bebês e as redes sociais estavam cheias de nascimentos (acho que pela idade é o que nos toca). Não é brincadeira a frase de 'vai passar o arroz'. Há tanto desconhecimento sobre a idade reprodutiva da mulher e que não é tão fácil engravidar. Há cinco anos atrás eu levantei com muito medo a ideia de ser mãe. Medo porque um ser humano vai depender de mim para sobreviver, medo de não trabalhar, medo de me perder como mulher… Mas esta é outra história", acrescentou.


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Em seguida, Joana admitiu que recorreu a metódos de  reprodução assistida, como o FIV (Fertilização In Vitro). "O que eu vim dizer é que uma mulher saudável de 27 anos passa duas fertilização in vitro, três perdidas e uma operação de trompas somado ao surgimento de endometriose. Fiz testes de todos os tipos ao longo dos anos, com embriões divinos e sem encontrar o porquê de nada", relatou.


"Frustração e por que 'todas' engravidam como por magia me atormentava. Estou acostumada a que com esforço, trabalho duro e perseverança consiga o que me propuser, mas isto não funciona assim, querida. Para cúmulo, tive que engolir a ditosa pergunta de “para quando o bebê? ” Uma e outra vez com tanta dor no peito. Perdi minha mãe há dois anos, não tenho pais nem irmãos", prosseguiu.


Ela ainda desabafou sobre a emoção que sentiu ao escutar o coração do bebê. Segundo ela, esta era a única esperança dela, já que este era o último embrião congelado. "Sensação de orfandade e vazio me acompanhou até o dia que ouvi o coração do meu bebê pela primeira vez. Meu último embrião congelado, minha última esperança de ter essa razão para ser forte na vida. Aqui está ela, saudável e crescendo", pontuou.


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"E eu sei que foi minha mãe que me enviou para que eu nunca mais me sinta sozinha, para que eu faça a vida ganhar e tenha esse arco-íris cheio de amor depois de tanta tempestade. Ainda não acredito e acordo de madrugada com medo de ver os lençois cheios de sangue ou fecho os olhos nas ecografias até ouvir que está tudo perfeito. Tudo vem, não desista", concluiu.

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