Bruno Lima faz rifas de carros de luxo pelas redes sociais
Reprodução/ Instagram
Bruno Lima faz rifas de carros de luxo pelas redes sociais

O influenciador Bruno Lima, de Campinas (SP), que possui 2,8 milhões de seguidores no Instagram e 7,7 milhões no TikTok,  está sendo investigado pela Polícia Civil pela participação em um suposto esquema de lavagem de dinheiro através de rifas on-line de carro de luxo.

Ele usa as redes sociais para publicar vídeos e fotos ao lado de carros luxuosos. Em um dos posts, Lima divulga a rifa de uma BMW modelo i8 por R$ 1,29. Em outro, ele rifa um Volkswagen Jetta 2023 GLi por 49 centavos. A Polícia Civil afirmou que foram vídeos como esses que chamaram a atenção dos investigadores.







“As investigações se pautaram muito no acompanhamento da rede social do investigado, de modo que foi possível perceber inúmeras pessoas se queixando da inexistência de comprovação clara e específica em relação a quem seriam os vencedores dos sorteios, e também da presença destes veículos que ora eram sorteados na loja de veículos aberta pelo investigado”, diz o delegado Luiz Fernando Dias.

Bruno Lima se manifestou no Instagra. Ele afirmou que a equipe jurídica está "trabalhando no processo" e disse que "se Deus quiser" vai voltar a fazer as rifas.

"Nunca enganamos nenhuma pessoa, nenhum ganhador, nenhum resultado foi burlado, todos receberam, separamos cada ganhador, cada transferência, mas não quiseram nem sequer aceitar esses documentos (que os mesmos pediram após irmos explicar como funcionava detalhe por detalhe). Nunca precisei pagar ninguém para chegar onde cheguei. [...] Estou tentando manter a cabeça no lugar e cuidar da minha filha, esposa e família", completou ele.

Além dos posts das rifas, Bruno Lima faz publicações sobre a rotina com amigos e a família.

Operação Hermes

Na manhã da última segunda-feira (9), policiais civis da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG) deflagraram uma operação contra lavagem de dinheiro através de rifas on-line de carros de luxo em Campinas. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na metrópole e em Monte Mor (SP), mas ninguém foi preso.

Os investigadores informaram que os alvos movimentaram pelo menos R$ 7 milhões em oito meses. A polícia apreendeu celulares, eletrônicos e 14 veículos, como os automóveis de luxo, que seriam usados nos sorteios.

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