Mônica Martelli, artiz e amiga de Paulo, falou da homenagem
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Mônica Martelli, artiz e amiga de Paulo, falou da homenagem


Mônica Martelli relembrou do amigo Paulo Gustavo no 'Encontro' desta terça-feira (23). O ator morreu vítima de complicações da Covid-19 em maio e recebeu homenagens no começo desta semana, com estátuas dele e da personagem Dona Hermínia em Niterói, no Rio de Janeiro, cidade onde ele nasceu. 

"Eu tenho muita dificuldade ainda em entrar em contato com os vídeos do Paulo Gustavo. Fico com muita saudade. Sinto o cheiro dele, a risada dele. A obra dele está aí. Mas aquele amigo que te ligava 10 vezes por dia não tem mais. Às vezes eu sinto a necessidade de ouvir a voz dele, aí eu acesso os vídeos", disse Mônica. 

Então, ela comentou sobre o luto que sente sobre o amigo. "O luto não é a falta, ele é um excesso da presença. Você acorda pensando na pessoa, toma banho pensando na pessoa, vai dormir pensando nele. O Paulo interferia na minha vida em tudo. Fiquei órfã das opiniões dele de trabalho. Todas as decisões eu contava com ele", disse. 

O programa também mostrou a reação de Dona Déa, mãe do artista e do viúvo de Paulo, Thales Bretas, na inauguração das estátuas. "É muita emoção. Niterói, cidade que ele nasceu, que eu construí minha família. Ele adorava Niterói, a cidade esta dando um carinho muito grande pra ele, pra mim. Só quero agradecer", disse Dona Déa.

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"É um misto de sensações. É um amor, um orgulho, tristeza, mas ao mesmo tempo uma alegria do reconhecimento. Paulo amava muito Niterói. Me senti muito acolhido", disse Thales. "A gente já entendia a grandeza dele. Eu sempre soube que eu estava do lado de um gênio", disse Mônica.

"O maior ensinamento dele é o viver o aqui e o agora. O outro ensinamento lindo é que a gente nunca pode esquecer da onde a gente veio. Isso era uma coisa que ele carregava. Se a gente pensar em um pinheiro de Natal, por que ele seca? Por que não tem raiz", concluiu a atriz.


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