Tribos se juntam no
Reprodução/TV Globo
Tribos se juntam no "No Limite"


'No Limite' chega ao fim nesta terça-feira (2), com seis possíveis campeões, que disputam o prêmio de R$ 500 mil. O episódio terá uma eliminação antes da final, que terá apenas dois competidores e será definida por voto popular, no site do GShow. 

Apesar das dificuldades do reality, os participantes tiveram café da manhã colonial, noite em camas confortáveis, churrasco e cerveja gelada após provas. A semifinalista da primeira edição, Andrea Baptista, disse que "parece gincana de escola". Mas Viegas, finalista de No Limite, disse que não é bem assim. 

Ele admite que na primeira temporada de No Limite, os competidores tiveram mais perrengues, mas afirma que houve dificuldades na atual edição, como restrição alimentar e as condições climáticas. Viegas contou à Folha de S.Paulo que perdeu 10 quilos. 

"É muito simples a galera assistir a um programa só de terça-feira, depois que já jantou e tomou um pote de sorvete, sentado no sofá e dizer que é fácil. Eu acho que o programa poderia mostrar mais, tem conteúdo para mais dias de programa", afirma Viegas.

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O músico afirma que as tribos passaram por provas de resistência, tiveram restrição alimentar, enfrentaram frio e gravaram as provas quase todos os dias expostos a um sol escaldante. Ele relembrou de uma tempestade que atingiu as equipes na madrugada. 

"Aquilo ali foi um dilúvio. Estava muito forte mesmo e, além de muita chuva, o vento esfriou e ninguém se preparou para isso. As pessoas pensavam 'estou no Ceará e não vou passar frio'", recorda. 

Marcelo Zulu contou que recorreu à hipnose para se preparar, já que tinha dificuldades no treinamento. Foram duas sessões, mas que ajudaram nos momentos de dificuldade. Segundo ele, o problema era mais psicológico e mental. 

"O hipnólogo ajudou a conseguir me concentrar e recorrer a sentimentos e sensações da época que eu era atleta. Sensações boas e ruins, superações, ter foco para mostrar que o que eu sentia naquele momento não era nada perto do que eu já tinha sentido. Eu poderia superar", afirmou. 

Para Zulu, enfrentar a barata de Madagascar na prova da comida foi o mais nojento, mas disse que não teve dificuldade em engolir, porque ela quebrava na boca e solta um líquido que facilita para engolir. Ele disse que o mais difícil de comer eram as larvas de besouro, porque estava com a boca seca e elas tinham casca. 

"Peguei as larvas todas e empurrei. Aconteceu de eu estar mastigando e não esmagava todas, algumas ficavam se mexendo. Meu Deus, teve uma que foi bem para o canto da minha língua tentando andar, fugir. Nossa, aquilo começou a me dar agonia", lembra. 

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