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A pastora publicou um vídeo na sua rede social expondo as suas impressões a respeito do novo hit da funkeira que encerrou o projeto "Check Mate"; veja

O novo hit de Anitta , Vai Malandra , está dando o que falar. Para algumas pessoas, a música pode ser o sucesso do verão de 2018, mas já para outras a história não é bem assim. Sarah Sheeva, a pastora idealizadora do Culto das Princesas e filha dos ícones musicais Baby do Brasil e Pepeu Gomes, resolveu se pronunciar sobre o lançamento da cantora no Instagram.

Sarah Sheeva afirma em vídeo que quer ser exclusiva e não malandra
Reprodução
Sarah Sheeva afirma em vídeo que quer ser exclusiva e não malandra

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“Não sou malandra, sou princesa. Eu não sou uma mulher que quer exibir todo meu corpo para todos os homens me cobiçarem, me desejarem sexualmente”, começa Sarah Sheeva em vídeo. “Eu sou uma mulher que entendi que meu corpo é exclusivo para o homem que me escolher, que escolher morrer ao meu lado. O homem que vai ser meu marido. Esse corpo que eu tenho, que eu recebi de Deus, esse presente, é só para esse homem, exclusivamente para ele”, continua a pastora.

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“Não é para todos os olhares, não é para todos os olhares, para todos sentirem prazer. É só para um homem sentir prazer. Eu sou exclusiva, sou princesa. Não sou malandra, não estou na malandragem, não quero malandragem. Eu quero ser santa, ser exclusiva, ser especial, ser valorosa. E o meu valor está muito além do meu corpo, meu valor está na minha essência. Minha beleza está na minha essência”, completa.

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"Não é nada contra ninguém"

Depois da repercussão do vídeo, Sheeva ainda publicou outra imagem na sua rede social comentando o assunto. "Nada contra ninguém; não é nada pessoal. Meu pronunciamento é uma questão de posicionamento cultural relativo a fé bíblica", escreveu. " Acredito que nós pastores temos a obrigação de nos posicionar a respeito de qualquer "nova moda" que denomine a imagem da mulher brasileira como "cachorra" ou "malandra", não devemos consentir com essa "moda" (mas quem se cala, consente)", completou a pastora, argumentando que nas igrejas há jovens em formação e que ela busca influenciá-los de maneira positiva. 

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