Marcos Mion apresentando o
Reprodução/TV Globo
Marcos Mion apresentando o "Caldeirão"

Marcos Mion está feliz da vida na Globo e tem comemorado essa nova fase profissional. Após o "Caldeirão" do último sábado (2), o apresentador celebrou o fato de poder trabalhar de camiseta e mostrar a tatuagem de Nossa Senhora que tem no braço, algo que não podia fazer na Record por ser uma emissora evangélica. Isso foi entendido como uma alfinetada na emissora de Edir Macedo, mas Mion negou qualquer atrito com a empresa.

O apresentador falou que sente "gratidão" e disse não querer nenhum desentendimento com a emissora. "Todas entrevistas que tentaram me pegar numa aspa que gerasse treta não conseguiram porque sempre faço o lado bom superar qualquer outra situação. É um exercício diário", diz.

Ele confirmou que realmente não podia usar camiseta por conta da tatuagem e conta que a emissora cortava na edição qualquer fala em que ele citasse a santa. "Eu citava Nossa Senhora por conta da minha crença e eles editavam por conta da crença deles. E tá tudo certo", continua.

"Não tem amargura ou ingratidão da minha parte. Eu sempre aceitei e respeitei a decisão deles. É uma diretriz da empresa, assim como qualquer empresa tem suas crenças e pilares. Normal", completa Marcos Mion.

"Para terminar: eu estou muito feliz, a Record está muito feliz. Foi uma separação feliz no final das contas. As vidas seguem, portanto meus comentários hoje não têm mais a ver com a Record, nem a Record quer nada mais comigo, então parem de agitar faísca em uma relação que é ótima", conclui o apresentador do Caldeirão.

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