O drama começou há 52 anos, no dia 13/10/1972. Jogadores de rugby do Colégio Stella Maris, integrantes do time Old Christians Club, pegaram o voo 571, no aeroporto El Plumerillo, em Mendoza (Argentina), rumo a Santiago do Chile.  Reprodução: Flipar
Eles haviam embarcado na véspera, no Aeroporto de Carrasco, em Montevidéu, mas, por causa do mau tempo, foi necessário fazer escala na Argentina, para evitar a travessia da Cordilheira dos Andes em condições adversas.  Reprodução: Flipar
A viagem era num avião Fairchild FH-227, da Força Aérea Uruguaia. A aeronave tinha 40 passageiros e 5 tripulantes. Reprodução: Flipar
Com tempo ruim e baixa visibilidade, os pilotos dependiam dos instrumentos. Por erro de cálculo, e não levando em conta a força dos ventos, eles se encontravam bem longe de onde achavam que estariam.  Reprodução: Flipar
O canal Aviões e Músicas, do YouTube, mostrou no mapa a dimensão do equívoco. Em vermelho, a rota planejada. Em laranja, o desvio involuntário: 50 km mais ao norte do que deveriam. Os pilotos não tinham ideia de onde estavam.  Reprodução: Flipar
Ao perceberem a proximidade das montanhas, eles tentaram elevar o avião, mas já era tarde. A 4.400 m, a cauda bateu num pico. Em seguida, a asa direita se desprendeu Reprodução: Flipar
Neste momento, havia 32 sobreviventes.  Mas vários com ferimentos graves. Já na primeira noite, outros 4 morreram.  Reprodução: Flipar
A esperança era de que o resgate chegasse logo. Mas como os destroços estavam bem longe da rota planejada, as buscas eram inúteis. E, após uma semana, foram suspensas.  Reprodução: Flipar
Os sobreviventes tiveram que aprender a derreter neve para produzir água e usar forro de assentos do avião para fazer abrigos precários. Quando a comida acabou, eles tiveram que tomar a difícil decisão de comer a carne dos mortos para sobreviver.  Reprodução: Flipar
Pouco a pouco, mais pessoas morriam. No dia 29/10, uma avalanche soterrou a fuselagem e oito sucumbiram. Em meados de dezembro, só havia 16 sobreviventes. Ao fazerem caminhadas em busca de um horizonte, só viam montanhas gigantescas cobertas de neve.   Reprodução: Flipar
O alpinista Ricardo Peñas liderou uma expedição para documentar a rota de fuga dos sobreviventes e fez descobertas no local do acidente. Seus registros mostram as paisagens desoladoras vistas pelos sobreviventes ao redor da aeronave. Reprodução: Flipar
Dois meses após o acidente, sem a menor esperança de resgate, Roberto Canessa e Fernando Parrado se aventuraram na direção oeste, dispostos a andar o quanto fosse preciso em busca de socorro.  Reprodução: Flipar
Sem qualquer experiência, eles subiram a montanha e se depararam com uma vista desanimadora (foto). Não sabiam, mas estavam na fronteira de Chile e Argentina. Após percorrerem 60 km, numa semana inteira de caminhada exaustiva, encontraram um rio formado pelo degelo da neve. E seguiram seu curso. Reprodução: Flipar
Finalmente, viram homens na margem oposta do rio e sinalizaram. Como o barulho da correnteza não permitia a comunicação falada, o vaqueiro Sérgio Catalán amassou um papel, amarrou um lápis e atirou para  que eles escrevessem uma mensagem. Parrado contou que precisavam de socorro. Reprodução: Flipar
O vaqueiro Sérgio ficou com Roberto e Fernando, enquanto seus colegas partiram para um posto da polícia. E a 67ª missão de busca, dessa vez, não tinha como dar errado. Fernando e Roberto eram os guias.  Reprodução: Flipar
Catalán morreu aos 91 anos, em 11/2/2020. Na imagem, o reencontro dele, já idoso, com o sobrevivente Gustavo Zerbino.  Reprodução: Flipar
Hoje, Roberto Canessa tem 71 anos Reprodução: Flipar
Fernando Parrado tem 75 anos (feitos em 9 de dezembro de 2024). Ele é empresário, produtor, apresentador, conferencista e escritor. Reprodução: Flipar
Na memória, a vitória da perseverança, da fé na sobrevivência, do esforço sobre-humano para não sucumbir diante de adversidades extremas. Debilitados, sobreviventes receberam os primeiros socorros.  Reprodução: Flipar
Aliviadas, as famílias reencontraram seus parentes, que, para muitos, já tinham sido dados como mortos. Na foto, Gustavo Zerbino, após ser resgatado, reencontra a mãe Reprodução: Flipar
Sobreviveram 16 das 45 pessoas que estavam a bordo. O resgate no dia 23/12/1972 foi um renascimento para todos. Um segundo aniversário. Eles estavam desidratados, desnutridos, alguns com queimaduras, escorbuto e ossos quebrados.  Reprodução: Flipar
O local da tragédia tem um memorial, visitado por alpinistas e documentaristas em busca de filmagens sobre um dos episódios mais impressionantes da história.  Reprodução: Flipar

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