Tom Cruise tornou-se o primeiro ator a receber licença para tocar o icônico letreiro de Hollywood, uma espécie de símbolo da indústria do cinema americano. Ele postou imagens em sua rede social.  Reprodução: Flipar
A informação foi divulgada após a participação do ator no encerramento dos Jogos Olímpicos de Paris, na França, por Jeff Zarrinnam, presidente do Hollywood Sign Trust,  em entrevista à NBC Los Angeles. Reprodução: Flipar
“Normalmente, quando há filmagens aqui, ninguém tem permissão para tocar no letreiro de Hollywood. Essa foi a primeira vez que o letreiro de Hollywood foi realmente tocado”, afirmou.  O vídeo foi gravado em março de 2024 para fazer parte da participação de Tom na cerimônia de encerramento das Olimpíadas.  Reprodução: Flipar
O letreiro de Hollywood, que completa 102 anos em 2025, é um marco e ícone cultural americano com vista para Hollywood, Los Angeles, Califórnia. Ele está situado no Monte Lee, na área de Hollywood Hills nas montanhas de Santa Mônica. Reprodução: Flipar
Ele foi escrito em letras maiúsculas brancas de 45 pés (13,7 m) e 350 pés (106,7 m) de comprimento. Além disso,o marco foi criado em 1921 e oficialmente inaugurado em 13 de julho de 1923 como peça publicitária da Câmara do Comércio. Reprodução: Flipar
Com isso, as 40 mil lâmpadas que o adornavam começaram a iluminá-lo em segmentos, alternadamente, o que os habitantes puderam realmente ler na encosta do Monte Lee foi: Hollywoodland. Reprodução: Flipar
A priori, o letreiro foi erguido para vender casas de um condomínio. A ideia inicial era que ele ficasse lá por um ano e meio, mas acabou se tornando um símbolo da cidade.  Reprodução: Flipar
Virado para o sul, o letreiro se estende sobre uma cordilheira de quase 570 metros que separa Hollywood e boa parte de Los Angeles do Vale de San Fernando, ao norte. Reprodução: Flipar
Em 2002, o terreno de 55 hectares, localizado no Cahuenga Peak, foi posto no mercado pelos administradores da herança de Howard Hughes, dono do local desde a década de 1940. Reprodução: Flipar
Foi isso que os incorporadores imobiliários Tracy Shoults e Sydney Woodruff encomendaram ao proprietário da empresa de sinalização Crescent, Thomas Fisk Goff. Reprodução: Flipar
Eles tinham um novo projeto imobiliário para promover. Um eclético empreendimento semi luxuoso nas colinas do bairro conhecido como Hollywood, Reprodução: Flipar
O empreendimento era financiado por alguns dos empresários mais poderosos da época. Os magnatas das ferrovias Eli Clark e Moses Sherman e o proprietário do poderoso jornal Los Angeles Times, Harry Chandler. Reprodução: Flipar
Esses foram os termos destacadosvpor anúncios publicados no LA Times, como afirma em seu livro The Hollywood Sign: Fantasy and Reality of an American Icon (O letreiro de Hollywood: fantasia e realidade de um ícone americano) o professor universitário e historiador cultural Leo Braudy. Reprodução: Flipar
Na época, Los Angeles era uma metrópole com mais de meio milhão de habitantes e 106 mil veículos registrados. Número que, segundo a Administração Rodoviária Federal (FHWA), ultrapassaria os 800 mil até ao final da década. Reprodução: Flipar
Nos anos subsequentes, com a ascensão do cinema americano, principalmente em Los Angeles, o letreiro acabou ficando mundialmente famoso por aparecer em diversos filmes. Isso fez com que a prefeitura optasse por deixá-lo por lá. Reprodução: Flipar
O desenho original do letreiro foi obra do jovem publicitário John D. Roche. Depois, optou-se por modernizá-lo com uma tipografia sem serifa, muito distante das formas sinuosas do estilo art nouveau. Reprodução: Flipar
Episódios trágicos ajudaram para que o letreiro se transformasse em emblema, como o suicídio em 1932 da jovem Peg Entwistle, que a mídia noticiou como o de uma atriz atormentada por sua carreira. Ela tirou a vida pulando do letreiro e tinha apenas 24 anos. Reprodução: Flipar
O Conselho do Patrimônio Cultural de Los Angeles declarou o letreiro como monumento oficial nº 111, em 1973. No final daquela década, a Câmara de Comércio de Hollywood entendeu que a placa exigia uma reconstrução completa, estimada em um quarto de milhão de dólares. Reprodução: Flipar
Entre nomes que ajudaram, estão Hugh Hefner, fundador da revista Playboy e o roqueiro Alice Cooper, porém vários nomes importantes também contribuíram para a reconstrução. Assim, as novas letras possuem 13,7 m de altura e variam entre 9,4 m e 12 m de largura.  Reprodução: Flipar
O que mais contribuiu para tornar o letreiro um emblema foi sua aparição em filmes como Terremoto (1974), O Dia dos Gafanhotos (1975) e Superman: O Filme (1978). Reprodução: Flipar
A obra foi concluída em menos de três meses e custou cerca de US$ 250 mil, em valor atual – ou R$ 1,2 milhão). Para evitar qualquer tipo de alteração, o letreiro hoje está cercado por arame farpado, câmeras de vigilância e sensores de movimento. Reprodução: Flipar

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