Pesquisa da Universidade da Califórnia, publicada pelo Journal of Alzheimer’s Disease, apontou que o uso recorrente de remédios para dormir pode elevar o risco de demência em até 79%. 
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O estudo avaliou cerca de três mil idosos sem demência por nove anos e 20% deles desenvolveram quadro de demência. Ele identificou que esse aumento do risco de demência está atrelado ao tipo e quantidade de medicamentos utilizados, além de concluir que indivíduos brancos têm probabilidade maior. Entre remédios que induzem o sono estão diazepam, zolpidem e clonazepam. 
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Em agosto de 2023, O programa Fantástico, da Rede Globo, revelou que o jornalista Maurício Kubrusly foi diagnosticado anos atrás com demência frontotemporal (DFT). Reprodução: Flipar
A revelação foi feita durante matéria em homenagem a Kubrusly no terceiro episódio da série especial sobre os 50 anos do programa dominical. Reprodução: Flipar
A doença é a mesma que afeta o ator de Hollywood Bruce Willis, aposentado desde 2022. Reprodução: Flipar
Maurício Kubrusly trabalhou por 34 anos na TV Globo e deixou a emissora em maio de 2019. Reprodução: Flipar
Aos 79 anos, ele se mudou de São Paulo para o sul da Bahia, onde vive ao lado da mulher Beatriz Goulart. Reprodução: Flipar
A demência frontotemporal (DFT) é uma doença neurodegenerativa que afeta regiões do cérebro e provoca perda progressiva de funções do órgão. Reprodução: Flipar
Os lobos frontais e temporais laterais são as áreas cerebrais mais afetadas. Reprodução: Flipar
A DFT é uma condição mais rara que outros tipos de demência e a hereditariedade é um fator muito influente. Reprodução: Flipar
A doença costuma aparecer em pessoas com idade entre 45 e 65 anos. Reprodução: Flipar
A DFT não tem cura, mas seus sintomas podem ser abrandados com uma série de medidas acompanhadas de especialistas de áreas como psicologia, fonoaudiologia e fisioterapia. Reprodução: Flipar
Os sintomas mais comuns se manifestam em comportamentos e na linguagem. Alterações de personalidade, dificuldade para controlar impulsos e perda de memória são outros efeitos. Reprodução: Flipar
Além da avaliação dos sintomas, o diagnóstico requer exames complementares como tomografia e ressonância. Reprodução: Flipar
Maurício Kubrusly foi contratado pela Globo em 1985 e estreou participando da cobertura da primeira edição do Rock in Rio. Reprodução: Flipar
Para essas reportagens, Kubrusly viajava pelo Brasil em busca de histórias curiosas e contadas com uma irreverência peculiar. Reprodução: Flipar
Em 2016, o jornalista sofreu um infarto e passou por cirurgia para colocação de dois stents. Reprodução: Flipar
Antes de receber o diagnóstico e deixar a Globo, Kubrusly fez participações ocasionais até o fim de 2017. Reprodução: Flipar

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