
Gaby Spanic revelou que não tinha intenção de participar de A Fazenda 17, mas aceitou o convite da Record com a expectativa de conquistar visibilidade e retorno financeiro no Brasil. A artista afirmou que foi enganada por seu ex-empresário, André Kostta, e que não recebeu valores combinados por trabalhos feitos no país.
“Eu tinha muito medo, porque em um reality show dessa magnitude existe muita briga, muita violência, e eu não gosto... Eu tinha uma outra oportunidade de trabalho nos Estados Unidos, para um reality também, mas em uma ilha. Pagava muito bem”, relatou.A escolha pela Record teria sido influenciada por promessas feitas pelo empresário. “Ele disse: ‘Você vai ganhar mais, vai ser milionária no Brasil’. Me ofereceu muitas coisas que não aconteceram”, acusou. Segundo Gaby Spanic, não há pagamentos desde setembro, incluindo cachês por shows e ações publicitárias.
“Ele não me paga desde 12 de setembro. Eu vim para o Brasil fazer minha tour de música, fiz uns 10 shows. Ele me deve da primeira etapa dos meus shows, me deve de publicidade, o cachê de A Fazenda. Não posso falar quanto, mas é muito dinheiro”, afirmou Gaby Spanic em conversa com o portal Leo Dias.
A atriz contou que tentou resolver a situação diretamente com o empresário antes de assinar o contrato com a Record. “Eu falei com ele: ‘Eu preciso que você me pague’. Meus filhos precisavam de alguns remédios controlados”, disse. Ainda assim, mesmo com os problemas, a artista reforçou que não se arrepende da participação no reality rural da Record.Sem arrependimentos
“Eu não me arrependo, dei o meu melhor. Acho que as coisas acontecem sempre para o bem. Eu acredito muito em Deus. O inimigo se levantou contra mim, mas se levantou porque vai cair. Eu vou ter justiça. Acho que sou um instrumento para que isso não aconteça com outra pessoa”, declarou a ex-peoa.
A defesa do ex-empresário negou as acusações. “André Kostta nega categoricamente qualquer conduta abusiva, agressão psicológica ou prática ilícita contra a artista, e lamenta o uso da imprensa para propagar inverdades sem qualquer base fática ou prova concreta”, informou.