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A atriz é convidada de Michel Melamed no próximo "Biopolar Show" e é destaque na coluna Bastidores deste domingo (29); confira outros

Maria Ribeiro é a convidada de Michel Melamed no próximo "Bipolar Show" , que vai ao ar na terça-feira (31), no Canal Brasil . No programa, a atriz revela várias curiosidades sobre sua personalidade e se diz reativa, sensível e muito frágil. Além disso, ela se define como "coxinha de esquerda" e fala sobre velhice, magreza, dieta, e sexo.

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Maria Ribeiro dá entrevista ao
Divulgação
Maria Ribeiro dá entrevista ao "Bipolar Show"


“Amor eterno é ficar magra sem fazer exercício e ter filhos felizes. Eu acho que tive filho só pra isso (pelo amor incondicional). Mas aí me falaram que a partir dos 20 você deixa de ser importante pros filhos. É verdade, é óbvio", disse Maria Ribeiro .

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Sobre sua personalidade, Maria está cansada de ser ela e queria ser outra coisa. "Não sei o que eu sou, mas sou uma pessoa que penso muito, por isso tenho que beber o tempo inteiro... eu acho". Além disso, ela quer sempre o que não está do seu lado. "Seduzo todo mundo fingindo que eu não quero seduzir, tipo falando mal de mim, tentando ser engraçada".

Ainda segundo a atriz, alguns pensamentos como a morte tomam conta da sua mente as vezes. "Eu perdi meu pai, minha mãe tem 79. Você passa a ser o próximo da fila, né?".

Sobre o ex-marido, o também ator Caio Blat, Maria fala que em um dos filmes que eles fizeram juntos, eles ficam com uma mulher juntos, mas o assunto ainda a assusta. "Eu não tenho coragem desse negócio de ter outra pessoa, eu quero um ménage ainda, é um projeto de vida meu. Mas tem que ser com duas pessoas desconhecidas. Desconhecidas, não, conhecidas, mas não com uma pessoa com quem eu tenha uma relação, se não vou ter ciúme", disse ela.

Maria conta que já teve uma experiência profissional "incrível" com Livia de Bueno, que, segundo ela "beija muito bem". "A gente estava na série 'Oscar Freire 279' e eu era a experiente, a pegadora. E falei para a diretora que eu nunca tinha ficado com mulher. Então bebi um uísque, fumei um beck, fiquei bem louca. Eu tinha que agarrar a Livia, e foi sensacional, fiquei tipo muito a fim dela. E aí quando acabou a cena, eu falei, ‘não sei por que não sou gay, olha que coisa excelente foi beijar essa menina?’ Mas eu só beijei porque a diretora mandou, e tinha uma câmera. Aí, no ano passado, de novo, dei um beijo numa menina numa festa. Eu me sinto uma coxinha de nunca ter trepado com uma mulher, entendeu?".

Já falando sobre um assunto mais polêmico nos dias atuais, ela revela ser uma "coxinha de esquerda", e quer o melhor para todo mundo, mas sem hipócrisia. " Eu não acredito em ninguém que é puro. Vejo um monte de ator e atriz vendendo engajamento, que muitas vezes é real, mas que a gente precisa admitir que a gente “não somos todos ninguém”. Não aguento esse negócio de “somos todos”. Não somos todos. Não somos todos Maju (em referência à jornalista Maju Coutinho, alvo de racismo). Eu não sou negra, nunca sofri racismo. Eu tenho profunda empatia, me solidarizo, eu acho que a gente tem que defender as causas que não são nossas, principalmente, mas sem hipocrisia. O “somos todos” pra mim é vazio e hipócrita."

Por fim, ela declara: "Não sou movida a raiva, sou movida a amor, mas sou muito sensível e muito frágil, eu preciso dar porrada, se não, não dá. Eu fico emocionada quando vejo as manifestações das pessoas profundamente conectadas, mas ao mesmo tempo horrorizada com a manada. Quando todo mundo pensa da mesma maneira, eu fico irritada, tenho que mudar de lado pela dialética. Essa coisa do grupo é o Ibsen, né? “A maioria é burra”. O Nelson Rodrigues, “o direito não pertence à imbecilidade, pertence à inteligência”, isso é uma frase do inimigo do povo", finaliza.

Construindo um sonho do "Domingo Legal"

Pedro Manso e grupo Sampa Crew ajudam o “Construindo Um Sonho” no Domingo Legal
Reprodução/SBT
Pedro Manso e grupo Sampa Crew ajudam o “Construindo Um Sonho” no Domingo Legal


No "Domingo Legal" deste domingo (29), a emoção tomará conta do programa.  No quadro “Construindo Um Sonho” a história de Cícero, um pai de família, apaixonado pela mulher e filhos, que está sofrendo com o desemprego e com o acumulo de dividas e a filha, que trabalha em um berçário, que mantém a casa. Cícero quer a reforma do seu apto que está em péssimas condições. E quem vai ajuda a surpreender a família é o humorista Pedro Manso, que também bate um papo divertido com Celso Portiolli pelas ruas de São Paulo. E muitas surpresas estão preparadas para o casal e filhos na entrega da casa, uma delas será um show especial do grupo Sampa Crew cantando a música que marca a história de amor do casal: “Eterno Amor”.

Literatura Espalhada

Na próxima segunda-feira (30), o Literatura Espalhada terá uma nova edição a partir das 10h da manhã. Alunos e comunidade voluntária do projeto distribuirão livros pelo centro expandido de São Paulo. O grupo sairá do campus da Fundação (Rua General Jardim, 522 – Vila Buarque) e caminhará até a Praça da República, entregando livros de literatura para as pessoas que se interessarem.

FESPSP realizará nova edição do Literatura Espalhada
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FESPSP realizará nova edição do Literatura Espalhada

O projeto começou há 10 anos, quando alunos dos cursos da FESPSP decidiram se reunir para compartilhar os seus livros com as pessoas nas ruas. Desde então, todos os anos (nos dias próximos ao Nacional do Livro – 29 de outubro), são distribuídos livros que foram recebidos através de doações. Durante o contato com a população, os estudantes aproveitam para conversar com as pessoas, reforçar a importância da literatura e incentivar o hábito da leitura.

"Oswaldo"

Série animada original da Birdo Studio, “Oswaldo” mostra o dia a dia de um garoto de 12 anos que, junto com os amigos, enfrenta o desafio de sobreviver à escola. Esse cenário seria bem normal, se Oswaldo não fosse um pinguim. Um pinguim que usa óculos e está no 6º ano do colégio. Com humor ágil e recheada de piadas da cultura pop, a série acompanha o personagem título e a sua imensa habilidade de transformar as mais simples situações da vida em jornadas épicas. As esquisitices do Oswaldo são parte do cotidiano da sua família e amigos que entendem que são as nossas excentricidades que tornam cada um de nós especial. Com indicação etária de 9 a 12 anos, a primeira temporada é composta de 13 episódios de 11 minutos e vai estrear em outubro na TV Cultura e no Cartoon Network Brasil neste domingo (29).

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