Brunna Gonçalves, esposa de Ludmilla, sempre aparece com um novo visual e na última terça-feira (27) ela surpreendeu ao exibir o cabelo natural. Após dois anos no processo de transição capilar , a dançarina assumiu os fios cacheados e está comemorando a transformação , pois pela primeira vez em muito tempo ela se sente confortável em aparecer com o cabelo que tem.

Brunna Gonçalves
Reprodução/Instagram
Brunna Gonçalves fala sobre transição capilar


Em entrevista à revista Marie Claire, Brunna contou que começou a alisar aos fios quando ainda era adolescente. "Eu não era feliz com o meu cabelo, achava que o cabelo liso me deixava mais bonita, porque comparava o meu com os das outras meninas", revelou a dançarina. 

Ela disse que ver outras influenciadoras digitais passando pela transição capilar a ajudou a dar os passos iniciais para assumir os cachos. " A cada dia que passa vejo que nós mulheres estamos aprendendo a desapegar dos padrões estabelecidos pela sociedade ", fala.  A coreógrafa conta que recorreu às perucas do tipo lace durante o processo para se livrar da química no cabelo, pois não se sentia confortável em mostrar a aparência das próprias madeixas.


"Me sinto livre e uma nova mulher! Só quem já passou por uma transição sabe o alívio que é poder ter seus cachos de volta . Agora eu não preciso mais me privar de gravar um Stories no dia que eu estiver sem lace", conta Brunna . Entretanto, a dançarina garante que não deixará as perucas de lado. "Eu amo mudar, amo ser mil Brunnas em uma só. O dia que eu acordar e quiser ser morena lisa, eu pego e boto uma lace e tá tudo certo!", fala a esposa de Ludimilla e explica que as perucas que antes eram fundamentais viraram apenas um acessório.

A dançarina conta que está recebendo muitas mensagens de apoio, elogios e diz que está feliz em poder ser uma inspiração para quem mais tiver vontade de assumir os cabelos crespos e cacheados . "É lindo demais ver que as pessoas estão cada vez mais aceitando as outras como são e fico muito feliz de poder inspirar tantas meninas a serem livres também!", concluiu Brunna.

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