O Disney+ entrou no ar no Brasil e em toda a América Latina nesta terça-feira. Com filmes, animações e séries de marcas fortes como Pixar, Marvel, LucasFilm e National Geogrphic, além de todo o conteúdo da Disney, que remonta há um século, o serviço estreou com produções exclusivas e aclamadas em seu catálogo, como o musical “Hamilton” e a série “The Mandalorian”.

Streaming da Disney + chega ao Brasil
Divulgação
Streaming da Disney + chega ao Brasil


O Disney+ entrou no Brasil com uma parceria com o Globoplay: juntos, anunciaram combos com descontos para quem assinar os dois serviços de streaming . Navegamos pela plataforma de streaming e descobrimos sete pontos positivos e uma decepção. Confira abaixo:

1. É fácil de navegar

Os cinco canais da plataforma - Disney, Pixar, Star Wars, National Geographic e Marvel, estão, é claro, bem destacados. Há várias sugestões de curadoria, como coleções especiais (“Piratas do Caribe”, “Curtas da Pixar”), navegar através do tempo pelas produções da Disney, dos anos 1920 a 2020, ou rever todo o Universo Cinematográfico da Marvel em ordem cronológica.

2. Histórias negras importam

Entre as coleções da Disney, uma se chama “Comemore as histórias negras”, com produções recentes, como o álbum visual afrofuturista “Black is king”, de Beyoncé, o longa “Rainha de Katwe”, estrelado por Lupita Nyong’o e a aventura adolescente “Uma dobra no tempo”.

3. O curta-metragem “Fitas”, da Pixar

É um curta-metragem de 11 minutos da Pixar, lançado este ano, o primeiro estrelado por uma personagem autista. O jovem Marcus precisa aprender um jeito de se comunicar com Renéé quando estão literalmente no mesmo barco, à deriva num lago. O curta faz parte do projeto Sparkshorts desenvolvido pela Pixar para revelar novos cineastas.

4. Desenhos beeeem antigos

Os fãs da Marvel mais, digamos, veteranos, vão se emocionar ao reencontrar a clássica animação “X-men” de 1992, no catálogo. É possível ver o curta que deu origem à luminária que virou sua marca registada (“Luxo Jr., de 1986). E dá para recuar até 1928, ano em que Mickey Mouse foi apresentado ao mundo do clássico “Steamboat Willie”.

5. Comédias românticas

No geral, a plataforma tem o clima “famíla-good vibes” que sempre marcou as produções da Disney. Entre os filmes disponíveis, é possível encontrar alguns clássicos (ou quase) da comédia romântica, como “Splash, uma sereia em minha vida” (1984), estrelada por Daryl Hannah e Tom Hanks, “Nunca fui beijada” (1999), com Drew Barrimore e David Arquette e “Enquanto você dormia” (1995), protagonizado por Sandra Bullock e Bill Pullman.

6. Musicais

“Hamilton”, o espetáculo da Broadway de Linn Manuel Miranda que parece ter capturado o espírito do tempo”, é o grande destaque entre os musicais da plataforma. Mas há surpresas novas, como o reality show “Bis!”, apresentado pela atriz Kristen Bell, de “The good place” (os fãs de “Glee” vão se interessar), e o mitológico “A noviça rebelde” (1965).

7. Avisos sobre conteúdo

Ao longo de quase 100 anos, muita coisa ficou datada na Disney do ponto de vista do discurso. Por isso, alguns filmes e desenhos antigos vêm com um aviso sobre conteúdo, localizando a obra no tempo e espaço com a devida crítica. O clássico “Você já foi à Bahia?” (1945), que apresentou ao mundo o personagem Zé Carioca, traz a seguinte advertência: “este programa inclui representações negativas e/ou maus tratos de pessoas e culturas.Esses estereótipos eram incorretos na época e continuam sendo hoje em dia”.

Uma decepção: Os Simpsons

A grande decepção - com direito a hashtag nos trending topics no Twitter na manhã desta terça-feira - são Os Simpsons. Apenas as temporadas 29 e 30 estão disponíveis no Disney+ -- o programa, atualmente, está na 32ª.

    Veja Também

    Mais Recentes

      Mostrar mais

      Comentários