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Ator fala do retorno de Mônica Iozzi e se mostra otimista: "Existe equilíbrio entre a crítica construtiva e a destrutiva"

Eri Johnson conversou com o iG  sobre os rumores de que o fim do  "Tomara que Caia" , previsto para ir ao ar até 4 de outubro, seria antecipado para este domingo (20), terminando duas semanas antes do previsto. O ator, que divide a cena com Heloísa Périssé , Daniele Valente , Ricardo Tozzi , Priscila Fantin , Marcelo Serrado , Nando Cunha e Fabiana Karla , garante que não haverá encurtamento.

Caiuá Franco/Globo
"Tomara que Caia" vem sendo duramente criticado pelas redes sociais, desde a estreia


"Vamos fazer o programa até o dia 4, como previsto. E estou torcendo pela segunda temporada ano que vem", disse. Ele comentou a volta de Monica Iozzi ao humorístico - no último domingo (13), a atriz roubou a cena  improvisando no palco. "A participação dela foi show de bola! A Monica não tinha compromisso de seguir a história e fez várias loucuras".

Desde a estreia, em julho, a atração vem sendo duramente criticada nas redes sociais . Eri defende a equipe, garantindo que o clima nos bastidores é bom.

"Nós temos que dar conta de uma história. Fazemos algumas loucuras, mas sem sair muito do que precisa ser contado. Ninguém calcula que seja tão difícil."

Ele afirma que não se abala com as críticas. "Tenho 35 anos de teatro e aprendi com Chico Anysio , que dizia: 'Quando te elogiarem muito, duvide, porque quando te criticarem você também vai duvidar'. Existe equilíbrio entre a crítica construtiva e a destrutiva. Quando se fala mal com coerência é legal."

Assim como outros colegas do elenco, ele vem se dividindo entre estar ao vivo nas noites de domingo na TV com outros compromissos. "Este sábado (19) apresento a peça 'Eri Pinta, Johnson Borda' em Recife, e às 7h de domingo já estou pegando o voo para o Rio de Janeiro".

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