O filme mostra a rotina da artista canadense, entre sessões de fisioterapia e ingestão de medicamentos. Depoimentos e imagens de arquivo também compõem o documentário. Reprodução: Flipar
A Síndrome da Pessoa Rígida é um distúrbio autoimune e raríssimo que afeta o sistema nervoso central e causa rigidez nos músculos. A pessoa pode ter espasmos dolorosos nos braços, nas pernas e na coluna vertebral. A doença atinge apenas uma em cada um milhão de pessoas. Reprodução: Flipar
Quando soube da doença, e sentindo os efeitos do descontrole muscular, Celine cancelou sua turnê e passou a viver reclusa, com os filhos René-Charles e os gêmeos Nelson e Eddy. Ela passou a contar com o suporte de uma equipe de médicos e enfermeiros.  Reprodução: Flipar
Desde então, suas aparições públicas são raras. Em fevereiro de 2024, ela esteve na cerimônia do Grammy para apresentar o prêmio de Álbum do Ano e provocou comoção na plateia.  Reprodução: Flipar
Na entrevista à Revista Vogue, Celine disse que faz exercícios cinco vezes por semana, com atividades para o corpo e a voz. E que tem a sorte - algo que muitos não têm - de poder contar com o apoio da família e ter condições de bancar todo o tratamento que for necessário.  Reprodução: Flipar
Ela não só reviu o monumento francês como também foi a grande atração na Torre Eiffel, ao fazer uma apresentação deslumbrante na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris. Celine cantou lindamente e emocionou o mundo ao superar as dificuldades impostas pela doença e deixar uma marca inesquecível no evento esportivo.  Reprodução: Flipar
Nascida em 30 de março de 1968 em Quebec, no Canadá, Celine começou a carreira em 1980 e logo chamou atenção pela extensão vocal de soprano. A artista também é compositora e pianista.  Reprodução: Flipar
Celine Dion conquistou diversos prêmios, inclusive cinco estatuetas do Grammy, e vendeu mais de 250 milhões de discos. Reprodução: Flipar
A cantora canadense possui estrelas nas Calçadas da Fama tanto dos Estados Unidos como do Canadá.  Reprodução: Flipar
Na carreira, ela diz ter se inspirado em ídolos de diferentes estilos. Entre eles, Aretha Franklin, Charles Aznavour, Anne Murray, Barbra Streisand, Carole King e o grupo Bee Gees.  Reprodução: Flipar
Em 2016, a cantora sofreu um baque com a morte do marido, o produtor musical René Angélil. Ela havia se afastado da carreira temporariamente para se dedicar aos cuidados com ele, que sofria de  câncer. Reprodução: Flipar
Agora, Celine trava uma luta por ela mesma. No documentário, ela demonstra o desejo de retornar aos palcos. Reprodução: Flipar

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