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29/08 - 14:33

Muitos escândalos ilustram a biografia da princesa Diana

Patrícia Moraes


Diana Frances Spencer descobriu a fama aos 20 anos, quando subiu ao altar com o príncipe Charles, em 1981. Ao longo dos 31 anos de casamento, os escândalos envolvendo a princesa se agigantavam conforme aumentava a admiração que ela causava.

 

A trágica morte de Diana e seu namorado, o produtor de cinema egípcio Dodi Al-Fayed, no dia 31 de agosto de 1997, em Paris, na França, ainda gera inúmeras especulações e teorias de conspiração.

 

Na época, alguns ingredientes explosivos foram adicionados às possíveis causas do acidente.

 

O maior deles foi o resultado da autópsia do motorista Henri Paul, que dirigia o Mercedes-Benz preto, modelo 280S. O documentou revelou que o homem tinha ingerido o equivalente a uma garrafa e meia de vinho antes de se sentar ao volante, que estaria circulando a 200km por hora e teria ultrapassado vários sinais vermelhos.

 

A tragédia também gerou o boato de que os serviços secretos britânicos estariam por detrás do acidente que causou a morte de Diana. A suspeita de que ela estaria grávida de Dodi teria levado a inteligência do país de Gales a provocar suas mortes, tentando impedir que futuro rei da Inglaterra (o príncipe William) tivesse um irmão árabe e muçulmano.

 

Mas o próprio envolvimento de Lady Di com outros homens eram um escândalo em si. Além do romance com Dodi, muitos casos amorosos da princesa foram divulgados, alguns enquanto Diana ainda era casada com o príncipe Charles.

 

Assim como o marido, Diana foi infiel e chegou a admitir que cinqüenta por cento do fracasso de seu casamento deveriam ser atribuídos à ela.

 

O primeiro amante foi o instrutor de equitação James Hewitt, de 1986 e 1992. Também foi um escândalo quando foi descoberta uma ligação telefônia entre ela e James Gilbey, chamada de Squidgygate.

 

Outro affair foi o guarda-costas Barry Mannakee, mas, segundo a própria princesa, eles não chegaram a manter relações sexuais.

 

A partir de 1996, após o divórcio, os relacionamentos se tornaram públicos. O comerciante de arte Oliver Hoare e o jogador internacional de rugby Will Carling também protagonizaram cenas românticas com Diana.

 

O encontros com médico Hasnat Khan, anterior ao namoro com Dodi al-Fayed, geraram mais uma página polêmica na biografia de Lady Di.

 

De acordo com o livro Diana: A Investigação que Nunca Publicaram, do jornalista francês Chris Laffaille, lançado esta semana, ela estava grávida de nove a dez semanas quando morreu. Mas, ao contrário do que se especulava, o bebê que Diana esperava seria filho de Hasnat, e não de Dodi.


A saúde física e psíquica da princesa também ameaçavam a fleuma da família real. Além de bulímica, Diana sofria de depressão e admitiu, em entrevista exibida pela rede CBS, em 2004, ter tentado o suicídio várias vezes.

 

Ela também revelou que, durante a gravidez de William, tentou se jogar propositalmente de uma escada e sofreu de depressão pós-parto.

 

Mesmo após dez anos de sua morte, Lady Di continua sendo alvo de escândalos. E, se vale a máxima de Fernando Pessoa "Morrer é só não ser visto", Diana, então, continua viva enquanto houver páginas publicadas sobre ela.

 


 




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