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O 20º álbum de estúdio do The Boss teve canções escolhidas pelo próprio, com direito a cinco gravações inéditas, para acompanhar autobiografia "Born to Run". Material lançado no final de setembro reafirma energia do cantor

O canto Bruce Springsteen em show realizado na Dinamarca em julho de 2016
divulgação/Morten Rygaard
O canto Bruce Springsteen em show realizado na Dinamarca em julho de 2016

Bruce Springsteen é um monstro sagrado do Rock. Do tipo que lança uma autobiografia e salpica músicas em um álbum para acompanhar a leitura da obra. Entre as 18 faixas de “Chapter and Verse” há cinco gravações inéditas ( Baby I , You Can´t Judge a Book by the Cover , He´s Guilty, Ballad of Jesse James e Henry Boy ).

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O álbum, lançado no final de setembro, acompanha “Born to Run”, a autobiografia que empresta o nome do álbum mais bem sucedido da carreira de Bruce Springsteen . A curadoria do The Boss fez bem ao álbum que revela toda a potência e energia do roqueiro de 67 anos.

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 Os hinos Born to Run (“Born to Run”, 1975), The River (“The River”, 1980), Born in the U.S.A (“Born in the U.S.A.”, 1984) e Badlands (“Darkness on the Edge of Town”, 1977) marcam presença no disco, o refinando e deixando mais reconhecível para aqueles que só tem intimidade com os grandes hits do cantor.

O 20º álbum de estúdio do cantor é, também, uma autobiografia musicada. Estão aqui versões de um Springsteen ainda adolescente na banda The Castiles, por exemplo. De Baby I a Wrecking Ball , que fecha o disco, é uma jornada e tanto pela obra de um dos maiores ícones americanos vivos. É esse justamente o recorte pretendido por Bruce Spreengsteen que assina a produção executiva do álbum.

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