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Juíza da Suprema Corte de Nova York alegou que "estupro não é um crime motivado por gênero"

A disputa judicial entre Kesha e Dr. Luke não acabou nada bem para a cantora. A Suprema Corte de Nova York decidiu nessa quarta-feira (6) que o produtor é inocente das acusações movidas pela artista de abusos sexuais e psicológicos.

Kesha deixando o tribunal em fevereiro após a audiência preliminar
Divulgação
Kesha deixando o tribunal em fevereiro após a audiência preliminar


A juíza responsável pelo caso alegou que não há provas ou informações suficientes contra Dr. Luke. Ela justificou que "nenhum estupro é um crime motivado por gênero" e que Kesha só especifica duas datas dos supostos crimes, enquanto acusa o produtor de abuso recorrente ao longo dos anos. 

Nenhuma queixa foi registrada contra Dr. Luke e a possibilidade de reabertura do processo foi descartada.

No domingo (3), Kesha disse em um post no Instagram que haviam oferecido a ela o cancelamento de seu contrato se ela retirasse as queixas contra o produtor. "Eu preferiria que a verdade arruinasse minha carreira do que mentir por um monstro outra vez", escreveu a cantora no post. Dr. Luke negou que a oferta realmente aconteceu.

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