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Jesse Hughes criticou a política de controle de armas da França: "Isso não evitou os atentados terroristas"

O cantor Jesse Hughes, do Eagles of Death Metal, ainda não se recuperou dos ataques terroristas em Paris, em novembro, quando a casa de shows onde a banda se apresentava foi alvo de um dos ataques.

Jesse Hughes, do Eagles of Death Metal, defendeu o porte de armas após os ataques em Paris
Reprodução
Jesse Hughes, do Eagles of Death Metal, defendeu o porte de armas após os ataques em Paris

Em entrevista ao canal francês "iTELE", o vocalista voltou a falar sobre o assunto e criticou a política de controle de armas da França. "O controle de armas francês evitou que ao menos uma pessoa não morresse no Bataclan?", questionou. "E se alguém disser que sim, eu queria conversar com essa pessoa, porque eu não acho", continuou.

Ele ainda defendeu que civis portassem armas. "Eu acho que até ninguém ter armas, todo mundo deveria ter. Eu não quero ver algo como aquilo acontecer novamente e quero que todos tenham a melhor chance de sobreviver", explicou Hughes.

Quatro meses após os ataques terroristas em Paris que deixaram cerca de 130 pessoas mortas, o Eagles of Death Metal volta a se apresentar na capital francesa nesta terça-feira (16), na casa de shows Olympia. Jesse Hughes ainda prometeu que o grupo irá ser a primeira banda a tocar no Bataclan após a reforma do clube.

O Eagles of Death Metal também vai se apresentar no Brasil. A banda é uma das atrações do Lollapalooza, que acontece em São Paulo nos dias 12 e 13 de março.

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