20 anos sem Cássia Eller: relembre momentos icônicos da cantora

Artista morreu no dia 29 de dezembro de 2001, mas deixou legado para a música e para a sociedade

Amamentação prolongada

Mãe de Chicão, Cássia não tinha problemas em amamentar em público. A cantora também gerou debate na sociedade por amamentar o filho até três anos e meio, sendo que o recomendado pelos médicos é até dois anos. Hoje, a amamentação prolongada já tem benefícios comprovados.

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Criação do filho

Cássia Eller também foi pioneira ao criar o filho, Chicão, ao lado da esposa, Maria Eugênia. Ele considera que tem duas mães e tem orgulho da luta delas. Após a morte de Cássia, a viúva lutou na Justiça para ter a guarda do menino. A decisão favorável à Maria Eugênia foi inédita na Justiça brasileira.

Divulgação/Tati Baumworcel

Seios à mostra no Rock in Rio

Na edição de 2001, a cantora mostrou os seios enquanto cantava 'Come Together', dos Beatles. Ela foi aplaudida pelo público e a cena icônica se transformou em parte de um disco póstumo em 2006.

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Torcedora fanática

Cássia Eller era uma grande torcedora do Atlético - MG, tanto, que estampava os instrumentos com o símbolo do clube. Ela até foi convidada para receber o 'Galo de Prata', prêmio para os maiores torcedores do time, mas morreu antes de recebê-lo. A mãe ganhou o troféu no lugar dela.

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Melhor homenagem ao Nirvana

Dave Grohl, baterista do Nirvana e vocalista do Foo Fighters, elogiou Cássia pela apresentação de 'Smells Like Teen Spirit' no Rock In Rio de 2001 e considerou um dos melhores covers que ouviu. No mesmo dia, ela tietou o artista e recebeu um abraço dele.

Grande compositora, escolheu ser intérprete

Cássia Eller tem apenas três músicas publicadas em sua autoria. Todas que fizeram sucesso na voz da cantora foram criadas por outros compositores. 'Malandragem', criada por Cazuza e Frejat, foi oferecido a Angela Ro Ro primeiramente, mas quem aceitou e fez sucesso foi Cássia.

Pensou em ser freira

Apesar da fama de rebelde, Cássia vem de uma família católica e até pensou em ser freira. No livro 'Apenas uma garotinha', de Ana Claudia Landi e Eduardo Belo, a obra diz que durante a adolescência, ela pensou em seguir na vida católica, mas largou a religião tempo depois. Até a morte, Cássia se considerava agnóstica.

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