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Debbie Reynolds revelou em biografia que não suportaria perder a filha, Carrie Fisher, com quem, após anos difíceis, construiu uma relação forte

Na última terça-feira (27) a internet parou quando a atriz Carrie Fisher morreu em consequência de um problema no coração que sofreu quando estava em um vôo de Londres para Las Vegas. Apenas um dia depois da morte da atriz que eternizou a personagem Princesa Leia de “Star Wars”, sua mãe Debbie Reynolds também morreu. Agora, revisitando a autobiografia da mãe da artista, “Unsinkable” – sem tradução para o português – a atriz de 84 anos já havia dito que não temia nada na vida, a não ser perder sua filha enquanto ainda estivesse viva.

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Debbie Reynolds morreu um dia depois de sua filha Carrie Fischer, aos 84 anos
Reprodução/Twitter
Debbie Reynolds morreu um dia depois de sua filha Carrie Fischer, aos 84 anos


Previsão do futuro

O maior medo da atriz de “Cantando na Chuva” se concretizou da forma que ela mais queria evitar. “Não é natural viver mais do que seus filhos [...] esse sempre foi meu maior medo... Não se se sobreviveria a isso”, disse no livro que publicou em 2013. E até parece que Debbie Reynolds  previu o que aconteceria no futuro, morrendo de um AVC somente um dia após a morte de Carrie Fisher, sua inseparável companheira e filha.

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Antes de morrer, como revelou o filho da atriz, que estava ao seu lado no momento fatal, Debbie teria dito que gostaria de se reunir novamente com sua filha. Na sua autobiografia, a atriz escreveu: “Carrie é minha cria e eu a amo com todas as forças que tenho”. O mundo – que já estava de luto pela morte da atriz de “ Star Wars ” – se comoveu imensamente com o incidente que tirou a vida de Debbie Reynolds.

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Relação difícil

No começo da carreira de Carrie Fisher, a relação entre elas era instável, pois a jovem atriz tentava criar sua própria imagem sem depender ou viver na sombra da mãe. Em uma entrevista para um programa americano, Fisher chegou a dizer que não queria nem estar perto da mãe. Debbie Reynolds, em certa ocasião, falou que levou quase 30 anos até que as duas voltassem a se entender e que não poder estar com a sua filha lhe partia o coração. Contou, ainda, que os dez anos passados sem contato foram, provavelmente, os piores de sua vida.

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