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Por suas realizações durante o ano, Ludmilla tornou-se a 10ª personalidade de 2016 na lista que o iG Gente publica a partir desta quarta-feira (14)

O ano de 2016 não deixou dúvidas sobre quem é a artista mais danada do Brasil. Ludmilla, a jovem funkeira carioca de apenas 21 anos começou o ano combatendo o racismo, mostrando o poder do funk nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 e fechando a temporada com chave de ouro com o lançamento do seu segundo disco, “ A Danada Sou Eu ” – que foi um sucesso. Como se não bastasse, a cantora foi indicada no EMA 2016 da MTV como Melhor Artista Brasileira e ao prêmio Multishow de Música Brasileira como Melhor Cantora também este ano.

A cantora Ludmilla fecha o ano com a sua própria linha de perucas
Reprodução
A cantora Ludmilla fecha o ano com a sua própria linha de perucas


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A ex-Mc Beyoncé, que adotou o nome de Ludmilla oficialmente em 2014, ganhou notoriedade com o seu funk pop durante 2016 e foi até mesmo confundida pela Billboard com a sua inspiração na lista “Top 200 Albuns”, levando a internet à loucura. A cantora ampliou os seus contatos musicaisao longo do ano com diversas parcerias, inclusive internacionais, como na música de Zé Felipe, Não me toca , com o DJ Tubarão para lançar seu primeiro single do ano no Brasil, Sem noção e no seu novo álbum com o rapper Filipe Ret em Abstinência , o cantor de sertanejo Gusttavo Lima em Homem é Homem , e o rapper estadunidense Jeremih em Tipo Crazy .


Ludmilla também chegou a participar de “Malhação”, a novela da Rede Globo, ao lado do cantor Lucas Lucco e também foi convidada na série “Mister Brau”, da mesma emissora, depois de participar nos outros anos de “Babilônia” e “I Love Paraísópolis” criando um currículo significativo na área televisiva. Foi também na televisão que Ludmilla chamou atenção por se apresentar como a musa do Salgueiro no desfile da escola de samba carioca em fevereiro deste ano e falar abertamente sobre os casos de racismos que já sofreu, como o que aconteceu em maio com os comentários que recebeu em postagem no Instagram resultando em uma denúncia na Delegacia de Crimes Digitais.

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Empoderada, Ludmilla ainda participou da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 mostrando a cultura da favela, com o funk Rap da Felicidade, dividindo o palco com outras mulheres ícones da música brasileira, como Elza Soares, Karol Conka e Mc Sofia.  A cantora também participou da Parada LGBT do Rio de Janeiro no último domingo (11) ao lado da funkeira Lexa. 

O futuro de Ludmilla

Agora, a cantora fecha o ano também como empresária. Fã dos apliques coloridos, um detalhe que já se tornou sua marca registrada, a funkeira assinou em novembro uma parceria com uma empresa dos Estados Unidos para lançar a sua própria linha de perucas no Brasil. Além disso, ao lado de sua mãe, Silvana Oliveira, Ludmilla está montando um salão de beleza em Duque de Caxias, sua terra natal, na Baixada Fluminense. Por essas e outras, Ludmilla definitivamente foi uma das grandes personalidades de 2016 no mundo do entretenimento.

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